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	<title>Conexão Promessa &#187; Pr. Jorge</title>
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	<description>Convenção Paulistana</description>
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		<title>LEVANTA-TE JOSUÉ</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 18:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Promessa]]></category>
		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“E SUCEDEU depois da morte de Moisés, servo do SENHOR, que o SENHOR falou a Josué, filho de Num, servo de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel.” (Js.1.1-2) O texto em questão apresenta o &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/levanta-te-josue/">LEVANTA-TE JOSUÉ</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“E SUCEDEU depois da morte de Moisés, servo do SENHOR, que o SENHOR falou a Josué, filho de Num, servo de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; </em></strong><strong><em><span style="text-decoration: underline;">levanta-te</span>, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel.”</em></strong> (Js.1.1-2)</p>
<p>O texto em questão apresenta o chamado de Josué para assumir a liderança do povo de Deus diante do grande desafio que teriam que enfrentar possuir a terra que o Senhor havia prometido a seus pais.</p>
<p>Não seria uma tarefa fácil, Josué havia vivido ao lado de Moisés um líder que tinha uma relação muito intima com Deus, agora ele se vê diante de uma nova realidade, uma grande responsabilidade estava agora sobre seus ombros. Observando o texto com atenção a primeira ordem de Deus para Josué foi “<strong><em>levante-se</em></strong>”, o povo de Israel havia perdido seu grande líder aquele que falava face a face com o Senhor, o homem que os havia conduzido até aquele momento já não poderia mais acompanha-los, na vida às vezes sofremos decepções, passamos por situações que nos tiram do nosso aparente conforto e somos colocados diante de uma nova realidade que exigira mais de cada um de nós.</p>
<p>Deus pede a Josué que assuma uma nova postura, pois uma realidade nova surge diante dele, <strong>mas </strong>a promessa de Deus continua firme e é preciso se desligar do passado e olhar para frente, pois ainda existem objetivos a serem alcançados. Moises se foi, contudo a obra do Senhor não pode parar e por três vezes Deus encoraja Josué a “<strong><em>esforçar &#8211; se e ter bom ânimo</em></strong>”, é preciso acreditar, e estar disposto, sem estas qualidades não conseguiremos alcançar as promessa que Ele tem para nós. Como igreja, acreditamos nas promessas do nosso Deus e sabemos que Ele continua a confirma-las sobre seu povo, por isto, não desanimemos diante das lutas, mas olhando sempre para Ele sigamos com confiança para o futuro, e o que Deus tem reservado para nós.</p>
<p style="text-align: right;">Pr. Jorge Oliveira do Nascimento</p>
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		<title>Um profeta contra a crise moral</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 16:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Diante do enfraquecimento moral do povo, surge a figura do profeta Amós, com uma mensagem tão atual que parece ter sido escrita para os nossos dias. É possível observar como o coração do homem, voltado para ele próprio, é sempre o mesmo, desrespeitando as leis éticas e morais de Deus. A atração do homem pelo &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/um-profeta-contra-a-crise-moral/">Um profeta contra a crise moral</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diante do enfraquecimento moral do povo, surge a figura do profeta Amós, com uma mensagem tão atual que parece ter sido escrita para os nossos dias. É possível observar como o coração do homem, voltado para ele próprio, é sempre o mesmo, desrespeitando as leis éticas e morais de Deus. A atração do homem pelo pecado acaba sempre por fazê-lo cair na corrupção, tendo em vista sua incapacidade, em si mesmo, para se firmar como homem íntegro e correto. “Amós foi um dos doze profetas menores, sendo nativo de Tecoa, cidade a dez quilómetros ao sul de Belém. Era criador de gado e cultivador de sicómoros, árvore frutífera que o obrigava a viajar dentro do território de Judá e Israel, pelo que conhecia a vida social do povo.”<a title="" href="#_ftn1">[1]</a>  Ao mesmo tempo em que parte da população prosperava, ocorre deterioração moral, proveniente da vida fácil.</p>
<p>Nesta situação, sentiu um chamado de Deus, a fim de denunciar os erros morais da nação.  O profeta se apresenta como pregador leigo, com um forte sentido de justiça muito atuante, corajoso e com muita vontade de contribuir para que a vida moral do seu povo fosse restaurada. Para o profeta Amós, Deus é criador (Am. 4.13) e aquele que sustenta a criação (4.7-8 e 9.6), controlando também o destino dos povos  (1.5).  </p>
<p>“O profeta viveu no tempo dos reis Uzias, de Judá, e Jeroboão II, de Israel, por volta do ano 786-746 AC. Embora seja considerado um dos profetas menores, Amós traz uma mensagem com grande apelo social.”<a title="" href="#_ftn2">[2]</a> Ele foi confrontado, no seu tempo, com um período de grande prosperidade, consequência de uma boa administração dos reis de então, efeito também da localização dos dois territórios e do intenso comércio que por ali acontecia. A prosperidade material trouxe, como quase sempre acontece, a corrupção social e religiosa do povo. A vida fácil estava a enfraquecer moralmente a população de Israel, como podemos ver em Amós 2.6-8 e 5.11-12.  Com a vida de luxo, a idolatria e a corrupção moral do povo, ele chama a atenção para as consequências fatais do julgamento  que pesava sobre a nação, a perda da liberdade nacional, que veio a ocorrer mais tarde. O culto  aos deuses estrangeiros acabou por ser absorvida no de culto de Israel, a prostituição cultual, violência, maldade, perda de respeito aos valores morais da vida. No comércio, as balanças e os pesos eram viciados e os produtos adulterados como vemos em Amós 8.5-6.</p>
<p>A corrupção da nação onde os ricos exploravam os pobres desencadeou uma grave opressão social, que os mais abastados consideravam natural. Esse período de vida ociosa, riqueza e cansaço moral acabou por levar Israel para o cativeiro, tendo o seu povo sido levado prisioneiro pelo rei da Assíria por volta de 745-727 AC. E este foi o perigo que Amós anunciou e que a nação não quis ouvir como sendo verdade. Os resultados dos seus pecados acabaram por trazer a justiça de Deus sobre a nação pecadora. “Também o sistema religioso não aceitou ouvir as advertências de Amós e há uma forte reação desse sistema, na atitude do seu máximo responsável, de nome Amazias” (Amós 7.10)”<a title="" href="#_ftn3">[3]</a>. Como consequência desta atitude, o povo foi duramente castigado e viu sua terra invadida e destruída.</p>
<p>O profeta Amós, como representante de Deus, enxerga a corrupção moral do povo do seu tempo e dá um brado de alerta contra esta situação, chamando a atenção para os desvios morais praticados pelo povo. Hoje percebemos que a situação não difere muito da época do profeta Amós.  A imoralidade, corrupção, tanto social como religiosa, que podem ser vistas por todos, e a palavra do apóstolo Paulo nunca pareceu tão atual, <i>“sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.”</i></p>
<p>As palavras do profeta Amós nos servem de alerta ainda hoje, pois todas as vezes que não seguimos o conselho de Deus algum mal certamente irá nos alcançar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Fontes: </b></p>
<p>R. CRABTREE, A. O livro de Amós. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1960.</p>
<p>SCHWANTES, Milton. A Terra não Pode Suportar Suas Palavras. Reflexão e estudo sobre Amós. São Paulo: Paulinas, 2004.</p>
<p>BOWDEN, Jalmar. Comentário ao livro de Amós. J.G.E.C. Igreja Metodista do Brasil, 1937.</p>
<div><br clear="all" /><br />
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref1">[1]</a> BOWDEN, Jalmar. Comentário ao livro de Amós. J.G.E.C. Igreja Metodista do Brasil, 1937.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref2">[2]</a> R. CRABTREE, A. O livro de Amós. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1960.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref3">[3]</a> Idem</p>
</div>
</div>
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		<title>ADEUS À VERDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 14:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“As verdades são, tendencialmente, violentas”. Em seu livro, Gianne Vattimo nos traz uma questão interessante em relação à verdade e nos provoca uma reflexão sobre ela. O autor acreditava que a verdade está associada à violência e, para ele, a verdade nos mostra uma realidade e nos cobra uma ação, sendo que a ciência quer &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/adeus-a-verdade/">ADEUS À VERDADE</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“As verdades são, tendencialmente, violentas”. Em seu livro, Gianne Vattimo nos traz uma questão interessante em relação à verdade e nos provoca uma reflexão sobre ela.</p>
<p>O autor acreditava que a verdade está associada à violência e, para ele, a verdade nos mostra uma realidade e nos cobra uma ação, sendo que a ciência quer que acreditemos que ela tem a última palavra. Por sua vez, esta é assumida por algum poder econômico ou político com o intuito de nos fazer acreditar que o que ele diz é verdade, pois está amparada pela ciência objetiva pseuda dona da verdade. Quando não conseguimos entender o outro, passamos a analisá-lo a partir da verdade comprovada por nós; como a maioria não é educada para pensar, acaba aceitando essa verdade.</p>
<p>É interessante notar que o mesmo processo ocorre com a religião a partir do desenvolvimento do pensamento teológico em relação a algumas de suas doutrinas alienantes. Daí surge a opressão no sentido de fazer valer essa verdade. A forma como algumas pessoas agem, às vezes me parece uma reprodução desta forma ditatorial exemplificada por Vattimo, pois tentam impor aos outros suas ideologias sem se importar com as consequências de suas ações sobre a vida da igreja, querem fazer valer sua forma de pensar ainda que outros sejam prejudicados, agem por pura vaidade pessoal buscando sempre satisfazer suas vontades pessoais. Sobre estes, o apóstolo Paulo nos adverte, em sua carta aos Tessalonicenses: <i>&#8220;Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe.&#8221;  (II Tessalonicenses 3.14) </i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: VATTIMO, G. “Adeus à verdade”. In: Metamorfoses da cultura contemporânea. Porto Alegre, Sulina, 2006. P.88.</p>
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		<title>O POVO INVISÍVEL</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me&#8221;  (Mateus 25 : 35) Certa vez, acompanhei os jovens da igreja numa atividade evangelística nas praças da cidade. Era inverno e eles arrecadaram agasalhos, cobertores e prepararam uma sopa para distribuir às pessoas carentes. Estávamos contentes com essa &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/o-povo-invisivel/">O POVO INVISÍVEL</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><i>&#8220;Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me&#8221;  (Mateus 25 : 35)</i></p>
<p>Certa vez, acompanhei os jovens da igreja numa atividade evangelística nas praças da cidade. Era inverno e eles arrecadaram agasalhos, cobertores e prepararam uma sopa para distribuir às pessoas carentes. Estávamos contentes com essa boa ação, pois poderíamos levar àquelas pessoas famintas um pouco de pão, um agasalho para aquecê-los e tinha ainda aquela deliciosa sopa. Estávamos todos ansiosos para vê los devorar o alimento e se enrolar nos cobertores, afinal, estava muito frio e pretendíamos não demorar muito nessa atividade. Contudo, uma coisa parecia estar errada, aquelas pessoas pareciam não estar interessadas na sopa ou nos cobertores e nós não entendíamos muito bem o que estava acontecendo. Foi quando, em conversa com um desses moradores de rua, ele nos disse que o que mais lhes fazia falta era ter alguém para conversar, ser notado, poder expor seus problemas e ser reconhecidos como indivíduos. Um deles disse: <b>“gostaria de deixar de ser invisível”</b>.</p>
<p>A fala daquele homem me fez refletir sobre esta questão. Talvez você, em algum momento de sua vida, tenha se sentido como ele, invisível, sem voz, estando rodeado de pessoas e ao mesmo tempo se sentindo só. Talvez se alguém tivesse notado sua tristeza, seu distanciamento e surpreendido você com um abraço e sussurrado em seu ouvido: não tenha medo, tudo vai dar certo, quem sabe aí seu coração teria se enchido de esperança e a solidão teria sido superada. Infelizmente, notamos cada vez mais pessoas vivendo seus dramas sem conseguir encontrar quem as escute, afinal, “cada um com seus problemas”.</p>
<p>Pesquisadores ressaltam que o isolamento físico, embora possa afetar a saúde, é menos prejudicial que o isolamento social, que está mais ligado à qualidade do que à quantidade das interações sociais. O sentimento de estar sozinho é influenciado por fatores materiais e individuais, como a genética, o ambiente familiar em que a pessoa foi criada, as influências culturais que sofreu, deficiências físicas e discrepâncias entre expectativas das relações e como elas realmente ocorrem. Somos seres sociáveis, temos a necessidade biológica de relacionamentos saudáveis para vivermos bem. Estar perto de alguém é necessário para que nos sintamos valorizados, mas o que esperamos das demais pessoas e como nos relacionamos com elas é ainda mais importante. Como igreja, somos desafiados a enfrentar esta dura realidade que está à nossa volta. Qual tem sido nossa resposta a este desafio? Ou apenas passamos de largo como na parábola do bom samaritano (Lucas 10.25-37)? Lembre-se das palavras do mestre em Mateus 25. 34-40.</p>
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		<title>O desejo de fidelidade</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 13:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Bíblia pertence a todos. Não pertence a uma igreja em particular, embora tenha saído do interior delas. Todavia, ela permanece sendo o objeto central da tradição do protestantismo em todo mundo. Por isso, o cristão oferece e lê a Bíblia como subsídio indispensável para ajudá-lo na análise da realidade e na busca da resposta &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/o-desejo-de-fidelidade/">O desejo de fidelidade</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Bíblia pertence a todos. Não pertence a uma igreja em particular, embora tenha saído do interior delas. Todavia, ela permanece sendo o objeto central da tradição do protestantismo em todo mundo. Por isso, o cristão oferece e lê a Bíblia como subsídio indispensável para ajudá-lo na análise da realidade e na busca da resposta às perguntas que a vida levanta.</p>
<p>Carlos Mesters em seu livro <i>Por Trás das Palavras</i> nos leva a uma reflexão sobre a forma como explicamos a Bíblia às pessoas e nos chama a atenção para considerarmos os seguintes fatores:</p>
<p><b>Ter em nossa mente que vivemos o hoje,</b> e não basear nosso entendimento das Escrituras no passado, pois a realidade e as necessidades do povo são outras.</p>
<p><b>Em segundo lugar, existe, indiscutivelmente, um impasse entre exegese e “vivência da fé”</b> e isso se deve ao consentimento universal dos cristãos em torno de um determinado assunto de fé ou de costumes”.</p>
<p>O grande risco que se corre na visão de Mesters é o de se desprezar totalmente esse conhecimento popular e afirmar que essa revelação não passa de invenção da nossa mente. A Bíblia nasce do povo e para o povo, que busca respostas às suas inquietações. Respostas que só se justificam no Criador que, através dos homens, revela sua vontade para a vida deles. Por meio desse texto, Carlos Mesters demonstra sua preocupação em como as diferentes correntes de pensamento envolvendo a fé têm se comportado diante de questões tão sérias e também de relevante importância para todos nós. Ele nos coloca diante da fé que é vivida na igreja e sua importância para o povo que, com este conhecimento, encontra alegria e esperança diante das adversidades enfrentadas no seu dia a dia. Em contrapartida, surge a ciência que, sem levar em conta essa necessidade humana, firma-se nas contradições da Bíblia para dizer que essa fé é ignorante e que desconhece a verdade.</p>
<p>O que se nota dessa preocupação é o desejo de se encontrar um caminho comum em que tanto a fé como a ciência possam caminhar juntas em equilíbrio. Esse é o grande desafio da igreja e seus líderes: promover uma ação pastoral responsável que leve em consideração as necessidades do povo, dando atenção a aquilo que lhes é passado como a vontade de Deus para a vida da igreja sem, contudo, ficar desprovido do conhecimento científico. Assim, evitam os exageros de uma fé cega que lhes impeçam de conduzir o povo sem os exageros do fundamentalismo, pois, afinal, vivemos em um mundo onde os saberes nos chegam a todo o momento, vindos dos mais diferentes meios de comunicação. Isso nos permite traçar caminhos mais seguros para nosso povo sem perdermos a essência da revelação da Bíblia que nos é passada pela “vivência da fé” na vida da igreja.</p>
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		<title>LENDO OS TEMPOS</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 18:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“E, chegando-se os fariseus e os saduceus, para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. E, pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis discernir a face &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/lendo-os-tempos/">LENDO OS TEMPOS</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>“E, chegando-se os fariseus e os saduceus, para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu.</i></p>
<p><i>Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro.</i></p>
<p><i>E, pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos?”</i></p>
<p><i>Mateus 16:1-3</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os agricultores daquela época observavam os ventos vindos do mediterrâneo e, com isso, conseguiam identificar se haveria chuva na terra. Era possível reconhecer condições propícias para o plantio e, assim, conseguiam identificar a boa colheita. De igual forma, identificavam que os ventos vindos do deserto traziam consigo a seca e a falta da chuva, assim sendo, faziam os cálculos para os dias de dificuldade. Jesus chama a atenção dos religiosos de sua época que, olhando os céus, conseguiam identificar a chegada das chuvas, mas eram incapazes de perceber os sinais da chegada do Reino de Deus que Ele próprio afirmava haver chegado (Mc 1.15). A chegada deste Reino traria mudanças importantes para a vida das pessoas; assim como os líderes daquela época não perceberam a profundidade das mudanças que estavam para ocorrer, me parece ser esta também uma dificuldade do mundo atual.</p>
<p>Todos os dias somos alertados pela mídia televisiva, impressa e via web sobre os sinais de que o mundo passa por mudanças importantes na economia, sociedade, religião e governos. Com certeza podemos afirmar que o mundo mudou. A vida como era vivida nas décadas de 60 e 70 deixou de existir. De uns tempos para cá a sociedade tem experimentado um processo de globalização nas mais diversas áreas. O avanço das tecnologias de comunicação tem provocado um alargamento das fronteiras; culturas e tradições até então desconhecidas passam a fazer parte do cotidiano das pessoas provocando dúvidas e medo, pois as mudanças que outrora ocorriam de forma lenta, dando às pessoas tempo para se adequarem a elas, ocorrem hoje num ritmo mais acelerado, não nos permitindo analisar quais os verdadeiros interesses por trás destas mudanças e o que, de fato, elas representam para nossa realidade.</p>
<p>Muitas destas mudanças trazem insegurança intelectual e afetiva na medida em que rompem as barreiras de proteção territorial e provocam a ampliação dessas fronteiras. Tudo isso influencia o comportamento das pessoas e já ouvimos falar de trânsito, pluralismo e diálogo inter-religioso, ecumenismo e cristãos não-praticantes, aborto, clonagem, enfim, coisas impensáveis em outras épocas. O que era ficção virou realidade.      </p>
<p>Querendo ou não, estas mudanças têm provocado profundas transformações sociais que, direta ou indiretamente, afetam a vida da igreja, nosso modelo litúrgico (tecnologias), doutrina (novos conhecimentos) e, por fim, nossa maneira de cultuar. Desde minha mocidade, quando se deu minha conversão, tenho observado pessoas incomodadas com o fato de a igreja estar mudando, no entanto, quando olhamos para a Palavra de Deus, em Daniel 2:21, está escrito: “<i>E Ele muda os tempos e as estações; Ele remove os reis e estabelece os reis; Ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos”. </i>O profeta Daniel apresenta Deus como a fonte destas mudanças. Deus não criou um mundo estático, mas um mundo de mudanças com estações que mudam. As pessoas mudam, não existe a mesma fauna em todos os lugares&#8230; A cada passo somos surpreendidos por este Deus criativo. Mudanças importantes irão ocorrer em nossa vida: todos nós, em algum momento, enfrentaremos algum tipo de mudança; algumas acontecem de forma natural, outras sem que possamos evitar.</p>
<p>Quem sabe não seja esta a oportunidade para fazermos uma análise com mais profundidade dos tempos atuais e os desafios com os quais as famílias, os jovens, os adolescentes e a igreja têm de lidar. Como embaixadores de Cristo, somos desafiados pela sociedade atual que olha para a igreja e espera respostas para sua insegurança. Como igreja, somos desafiados a nos envolvermos de forma mais profunda com as questões que fazem diferença na vida das pessoas. Parece, contudo, que muitos não querem aceitar a realidade que vivemos. A igreja é chamada a responder a esta sociedade sobre sua fé, doutrina e como ela, de fato, pode ajudar as pessoas que se sentem perdidas neste universo onde as mudanças ocorrem com tanta rapidez. Existem muitas inquietações. À luz da bíblia, o nosso desafio é apresentar a <span style="text-decoration: underline;">Cristo</span> como resposta para esta sociedade perdida, pois o mundo caminha para o desfecho de sua história e o chamado do Mestre se faz mais intenso nestes últimos dias. Este é um desafio para uma igreja que não parou no tempo, mas sabe fazer a leitura dos sinais dos tempos e, a partir desta leitura, busca respostas na Palavra de Deus que apontem soluções para os desafios atuais.</p>
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<p style="text-align: right;"><strong>Pr. Jorge Oliveira do Nascimento.</strong></p>
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		<title>Deus ou Mamom</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 18:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pr. Jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mateus 6. 24 “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”. Mamom é um termo bíblico usado para descrever riqueza material ou cobiça. A própria palavra é uma transliteração da &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/deus-ou-mamom/">Deus ou Mamom</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus 6. 24 “<i>Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a <b>Mamom</b>”.</i></p>
<p>Mamom é um termo bíblico usado para descrever riqueza material ou cobiça. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica (מָמוֹן) &#8220;Mamom&#8221;, que significa literalmente &#8220;riqueza&#8221;.[1] O texto bíblico apresenta a incompatibilidade entre Deus e Mamom e faz um apelo ao ser humano que decida a quem vai servir, deixando transparecer que a grande questão aqui é a regra seguida por cada um. Deus segue a regra da justiça, da partilha e igualdade, enquanto a regra do dinheiro é a injustiça que causa divisão, opressão e exploração. Infelizmente, nos dias atuais, cada vez fica mais evidente a opção pelo deus Mamom, inclusive por parte de muitos que se dizem cristãos, lembrando que a advertência dada no texto inicial é feita justamente a religiosos da época de Cristo que não conseguiam colocar o dinheiro na perspectiva correta, ou seja, a de servo. O dinheiro deve ser utilizado para promover a justiça e a igualdade e, consequentemente, trazer vida a todos. Isso só será possível se estiver na posição de servo.</p>
<p>       Entendemos melhor este princípio quando olhamos para o universo, pois vemos que todos os seres vivos na terra dependem das criações primárias de Deus, a fim de obter o seu sustento e de suas famílias. No seu ato criativo, Deus proveu sua criação de todos os elementos essenciais para a manutenção  da vida (Gênesis 1)<i>.</i> Como podemos observar, somente a partir do quinto dia Deus cria os seres vivos que habitarão a terra recém-criada. Note que só depois de prover sua criação com todos os elementos necessários para o sustento da vida é que Deus introduz os primeiros animais. Em relação ao ser humano, somente após preparar um local específico com vários elementos necessários à vida humana, Deus cria o homem e o cerca de todos os recursos necessários a sua sobrevivência.  A partir desta perspectiva, o salmista declara que <i>“Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”</i> (Sl 24.1). Tudo pertence a Deus; somos apenas mordomos colocados para administrar os recursos a nós confiado. Avançando para nossos dias vemos uma preocupação exacerbada por parte de algumas pessoas com o sucesso, que em muitos casos, é medido pela quantidade de dinheiro que este indivíduo detém. Aquele modelo de vida simples em que a grande preocupação era produzir o necessário para a sobrevivência já parece desaparecer no horizonte da história.</p>
<p>Infelizmente, esta é uma verdade que pode ser observada no cotidiano da maioria das pessoas. A preocupação com a aferição de recursos necessários à sobrevivência está provocando um exagero com a obtenção de valores os quais nunca parecem suficientes. Desta forma, funciona a velha máxima: <i>“quanto mais se ganha, mais se gasta”. </i>Esta visão distorcida da realidade gera um desvio do propósito divino, fazendo com que alguns esqueçam que somos dependentes de Deus e, por mais que lutemos pelo sucesso, de fato, ao chegar o final da vida nos daremos conta de quão incapazes somos diante da realidade da morte. Aí compreendemos que nunca estivemos no controle: chegou a hora de prestar contas com o Criador.</p>
<p>A falta de confiança e o materialismo exagerado em que as pessoas são medidas pelas coisas que possuem e não pelo seu caráter, tem provocado uma deturpação clara de valores e feito alguns perderem de vista as promessas de Deus. Todo cristão sabe que é de sua responsabilidade devolver o dízimo e a oferta como prova de sua fidelidade ao Senhor. Quando dizimamos, estamos reafirmando nossa crença no Deus Criador de todas as fontes terrenas. As implicações são de longo prazo e formam a base da vida religiosa. <i>“Entregar o dízimo não é comprar favores de Deus, mas oferecer ação de graças ao Pai Celeste, que é a fonte de toda a possessão material.”</i></p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
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<p>[1] ALONSO SCHOKEL, Luis. <i>Dicionário Bíblico Hebraico-Português;</i> São Paulo: Paulus,1997 pg.381 </p>
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