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	<title>Conexão Promessa &#187; Kassio</title>
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	<description>Convenção Paulistana</description>
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		<title>O Discipulado</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2015 12:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Promessa]]></category>
		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Uma definição             Bem, para iniciarmos este assunto sobre discipulado é preciso oferecer uma definição do que isto significa. Então, o que é discipulado? De modo muito simples podemos dizer que é o processo pelo qual levamos pessoas a se tornarem discípulas de Jesus Cristo. É a maneira pela qual levamos cumprimos a ordem que &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/o-discipulado/">O Discipulado</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><strong>Uma definição</strong></p>
<p>            Bem, para iniciarmos este assunto sobre discipulado é preciso oferecer uma <em>definição</em> do que isto significa. Então, o que é discipulado? De modo muito simples podemos dizer que é o processo pelo qual levamos pessoas a se tornarem discípulas de Jesus Cristo. É a maneira pela qual levamos cumprimos a ordem que Jesus nos outorgou: <em>“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” </em>(Mt 28:19-20).</p>
<p>            É um processo lento, mas gradual de transformação do coração, de mudança de hábitos e tendências pecaminosas. É a ajuda de um discipulador, que faz com que outros discípulos amadureçam na fé e no conhecimento de Jesus Cristo ao ponto de serem capazes de discipular outras pessoas.</p>
<p>            O que Mestre ordena, em Mateus 28:19-20, aos apóstolos e a todos nós não é “façam conversos”, mas “façam discípulos”<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup><sup>[1]</sup></sup></a>. Fazer discípulos é muito mais difícil. Tendo, implicações muito maiores, pois ser um discípulo significa muito mais do que ser um convertido, um membro da igreja, um frequentador de templos, um religioso participativo, uma pessoa que congrega frequentemente e etc. Ser discípulo é imitar a Jesus em tudo!</p>
<p>            Por isso mesmo, o ato de discipular alguém é comunicar ao outro não somente conhecimento, mas também, através do exemplo pessoal e do convívio, um estilo de vida semelhante ao de Jesus. A proposta de Jesus na grande Comissão de Mt 28:19-20 é que todo cristão faça novos discípulos. Este é um dever de todos e não apenas de pastores, você entendeu?   </p>
<p><strong>Quatro elementos que compõe o discipulado</strong></p>
<p>            Para ficar bem mais claro o que significa o discipulado cristão podemos, pedagogicamente, dividi-lo em pelo menos quatro elementos. Veja só:</p>
<p>1 . O Conteúdo</p>
<p>Nós discipulamos outas pessoas com o que? Com filmes de Hollywood? Com gibis? Com o Estatuto da igreja? Com a revista “Caras” ou “VEJA”? Com base em minhas ideias próprias ou experiências de vida? É obvio que não. O conteúdo do discipulado é o evangelho de Cristo e todos os mandamentos e princípios contidos na Bíblia Sagrada. Cremos que a Bíblia é a palavra de Deus e sem ela não pode haver discipulado. Ela é a cartilha do discípulo! Pois, nela está toda a mensagem que o Senhor nos confiou. E, através dela conhecemos a vontade de Deus para nós. É sem dúvida uma incrível fonte de vida a todos.</p>
<p>2 . O Discípulo</p>
<p>Ora isto é obvio, mas não poderíamos deixar de mencionar que quem sem um discípulo não existe discipulado! Mas a questão é: quem é este discípulo? O discípulo é aquele para quem é ministrado o ensinamento. É o “aprendiz” ou “aluno” que aprende com outra pessoa as palavras, os atos e o estilo de vida de seu mestre Jesus Cristo com a finalidade de ser um bom discípulo e ensinar a outras pessoas não-cristãs. Neste caso, é novo convertido. É a pessoa que se rendeu a Jesus na igreja e que agora precisa ser ensinado por alguém. Por falar nisto, você está discipulando alguém?</p>
<p>3 . O Discipulador</p>
<p>Este é aquele que ensina, que transmite a mensagem de Jesus em um relacionamento pessoal e dinâmico com o recém-convertido. Ele é um discípulo maduro, que já foi ensinado e treinado por alguém e, então, tornou-se capaz de ensinar e treinar outros. O discipulador é uma pessoa que se empenha em acompanhar, cuidar, ensinar e edificar um novo crente, até que Cristo seja formado nele e ele se torne também um cristão maduro e frutífero, entendeu? Todo novo convertido deve ter como alvo torna-se um discipulador futuramente.</p>
<p>4.  O Processo</p>
<p>O processo? Isso mesmo. Este é o discipulado propriamente dito. O discipulado é o único meio pelo qual conduzimos uma pessoa a ser um verdadeiro discípulo de Cristo. Nisto há um processo obviamente, pois não é instantâneo, nem imediato. Discípulos não surgem do nada. Não dormimos recém-convertidos e acordamos verdadeiros discípulos de Jesus. Isto não ocorreu conosco e não devemos esperar que aconteça com outros! Há um caminho a ser percorrido, uma longa jornada, diga-se de passagem. De acordo o Pr. Mauro Israel, no livro “Chega Junto”, discipulado é a tarefa cristã, no poder do Espírito Santo, de conduzir pessoas a um comprometimento total com Cristo, e acompanhá-las em seu processo de amadurecimento em Cristo e capacitá-las a se reproduzirem em outros discípulos<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>.  Esse processo lento, mas gradual exige proximidade, relacionamento, exemplo, prática, amor e muita dedicação. Discipulado não é compartilhar conteúdos teóricos. É transmissão de vida. É mais que aprender ou ensinar, é viver. Não ensinar a andar, é andar junto!</p>
<p><strong>O desafio de <em>fazer</em> discípulos no contexto urbano</strong></p>
<p>            O mundo contemporâneo é predominantemente urbano é o que dizem os especialistas. O Brasil, por exemplo, conta com uma população urbana acima de 80% de acordo com o ultimo senso. O que isto significa? Bem, em suma, isto quer dizer que as pessoas as quais precisamos alcançar, conforme o mandamento de Cristo, são em sua grande maioria, pessoas urbanas. Elas são acostumadas com o transito caótico, com a pluralidade de opções, com as várias tribos urbanas, com o relativismo moral predominante nas metrópoles e etc.</p>
<p>            Este fato apresenta grandes desafios ao discipulado cristão. Segundo o estudioso Hoffmann, o rápido, desenfreado e violento processo urbanizatório brasileiro trouxe benefícios e oportunidades para uma parcela da população urbana. Contudo, acarretou dor e sofrimento para a maioria dos moradores urbanos confinados à periferia e condenados a favelização<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup><sup>[1]</sup></sup></a>. As cidades nas quais vivemos são fortemente marcadas pela violência, pelo crime, pela pobreza, pela marginalização, pela falta de moradia, de acesso à saúde, pala discriminação por sua classe social, pela fragmentação familiar, pela solidão, pela incerteza social, econômica e política e por outras inúmeras mazelas sociais.</p>
<p>            É claro que encontramos estas mazelas presentes em outros contextos “não urbanos”, mas, nas cidades estas questões são, proporcionalmente, mais notáveis e intensas. Além disto, e talvez até mais desafiador, é o fato de que a mentalidade das pessoas que vivem nas cidades é fortemente marcada pelo pensamento pós-moderno. Como consequência da pós-modernidade, os homens e mulheres urbanos são relativistas. Para eles não existe uma verdade única, portanto, a verdade, ou que é certo ou errado, depende da percepção de cada pessoa – ela é relativa. O ditado que faz jus a este pensamento pós-moderno é “cada cabeça uma sentença”. O que é bom para você, pode não ser bom para os outros. Desta maneira, diante da pluralidade de religiões e das várias opções sexuais existentes cabe a você decidir o que é melhor; o que é certo ou errado. Isto é relativismo!</p>
<p>            Além de relativistas, as pessoas urbanas são conectadas 24 horas com o mundo através da internet; o mundo é uma aldeia virtual; elas são antenadas, tem acesso a cultura, a informações, a notícias. Outra grande marca da urbanidade é o consumismo exagerado. As pessoas das grandes cidades tem um estilo de vida fortemente delineado pelo consumismo compulsivo e pelo materialismo. Como consequência disto tudo, os homens e mulheres urbanos sofrem com mais regularidade de ansiedade, de estresse, medo, pânico e são acometidas com mais frequência por doenças emocionais causadas por este contexto caótico e tenso. É interessante notar também que as pessoas que vivem em contextos urbanos são sedentas por relacionamentos significativos. É claro que todo ser humano o é; somos seres relacionais. Mas nas cidades a solidão se mostra mais cruel e intensa. As pessoas anseiam se sentir aceitas; buscam o sentimento de pertencimento; desejam por uma comunidade que os acolha.</p>
<p>            Os homens e mulheres das cidades sofrem com relacionamentos amorosos fracassados, com famílias esfaceladas, com a rejeição, o abandono e com uma solidão ultrajante e atroz. Enfim, de forma extremamente resumida, todas estas características marcantes de uma sociedade urbana nos trazem desafios gigantes quanto ao discipulado. Afinal de contas, fomos enviados por Cristo a este mundo, mas especificamente, a esta sociedade contemporânea com a missão de tornar essas pessoas, urbanas e pós-modernas, em discípulas de Jesus Cristo (Jo 20:21).  E então, topa este desafio?</p>
<p><strong>O discipulado é a melhor estratégia!</strong></p>
<p>            Além de ser a única maneira pela qual podemos cumprir a ordem de Jesus o discipulado também é a melhor estratégia de crescimento de igreja. Muito se tem falado sobre isto em nossos dias. E não é para menos, afinal, você não gostaria de ver sua igreja lotada de pessoas salvas por cristo? Você não acharia legal ver um monte de jovens não cristãos com suas vidas todas “tortas” vindo para a sua igreja e se tornando discípulos de Jesus? É claro que sim! Pois bem, o discipulado é o meio pelo qual podemos alcançar este sonho!</p>
<p>            É reconhecido que em nossos dias as igrejas que crescem de forma saudável possuem um bom programa de discipulado. Isto porque quando não existe discipulado pessoas entram pela porta da frente da igreja e saem pelas portas dos fundos.  Infelizmente, esta é a triste realidade em muitas igrejas não é mesmo? A sua está assim? Por isso é urgente que se estabeleça o processo de discipulado de forma efetiva na igreja local. É preciso criar classes ou grupos de discipulado; formação de um grupo de discipuladores; treinamento para estes discipuladores; levantamento dos novos convertidos que precisam ser discipulados; acompanhamento e supervisão etc.</p>
<p>            O processo de discipulado visa fazer com que pessoas se tornem discípulas de Cristo através do ensino bíblico, da integração na comunidade cristã e da vivência da fé. O propósito do discipulado será também o de transformar pessoas não cristãs em discípulos de Cristo com a missão de fazer outros discípulos para Ele. Aquele que foi discipulado deverá discipular. Este ciclo levará a igreja a ser efetiva no cumprimento de sua tarefa de fazer discípulos para Jesus e desta forma alcançará muitos. Aceite este desafio em sua igreja!</p>
<p>Kássio F. P. Lopes</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Hoffmann (2007:16).</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Mauro (1997:50).</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Hendriksen (2001:700).</p>
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		<title>A adoração &#8220;nada bíblica&#8221; da igreja evangélica</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 17:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kassio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A ADORAÇÃO NADA BÍBLICA DA “IGREJA EVANGÉLICA” Em um país com grande soma de evangélicos alguns conceitos bíblicos tornam-se facilmente jargões perdendo completamente seu verdadeiro significado. Ouvimos coisas estranhas como “adoração extravagante”, “espontânea” e loucuras do tipo. Alguns chegam a pensar que adoração é um estilo de música gospel – aquelas músicas mais lentas e &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/a-adoracao-nada-biblica-da-igreja-evangelica/">A adoração &#8220;nada bíblica&#8221; da igreja evangélica</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>A ADORAÇÃO NADA BÍBLICA DA “IGREJA EVANGÉLICA” </b></p>
<p>Em um país com grande soma de evangélicos alguns conceitos bíblicos tornam-se facilmente jargões perdendo completamente seu verdadeiro significado. Ouvimos coisas estranhas como “adoração extravagante”, “espontânea” e loucuras do tipo. Alguns chegam a pensar que adoração é um estilo de música gospel – aquelas músicas mais lentas e suaves, sabe? De fato, a igreja evangélica tem uma visão sobre adoração que passou bem longe das Escrituras. Por isso precisamos urgentemente resgatar o verdadeiro sentido da adoração bíblica. Em João 4: 19-24, um texto clássico, diga-se de passagem, Jesus nos apresenta algumas características da verdadeira adoração.</p>
<p><b>A VERDADEIRA ADORAÇÃO É INTELIGENTE</b></p>
<p>Em nossos dias onde adoração tornou-se sinônimo de “suicídio intelectual”. Na contramão da cultura evangélica, Jesus nos ensina que a adoração não é destituída de razão. Ele requer um culto inteligente. “Vocês adoram o que não conhecem”, afirmou Jesus a mulher samaritana (v.22). Para Jesus, adoração e conhecimento caminham lado a lado. A adoração que o agrada é baseada no conhecimento. Por que vemos por aí verdadeiras aberrações nos cultos? Simples, por falta de conhecimento da Bíblia! Quando há o divórcio entre a adoração e o conhecimento bíblico oferecemos tudo a Deus, menos uma verdadeira adoração. Tem gente que acha que adoração é destituída de razão, de lógica, de clareza, de lucidez. Deus não se agrada de uma adoração ininteligível e irracional. A adoração deve ser racional, inteligente e baseada no conhecimento das Escrituras.</p>
<p><b>A VERDADEIRA ADORAÇÃO É AFETIVA</b></p>
<p>Se, por um lado erramos ao tornar nossa adoração destituída de razão, por outro, erramos em torná-la destituída de sentimentos. A adoração que Deus requer é tanto racional quanto emocional; tanto lógica quanto afetiva; se baseia tanto na mente quanto no coração; tanto no conhecimento quanto nos sentimentos. Foi isto que Jesus ensinou a mulher à beira do poço de Jacó: <i>“Mas virá a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adoraram ao Pai&#8230;”</i> (Jo 4. 23). Não se pode adorar um Deus que é Pai sem sentimento e emoção; sem carinho; sem amor; sem ternura. Com isso Jesus está nos ensinando que a adoração que ele requer é afetiva! Como um adorador deve se achegar a Deus? Como uma criança com saudade do pai; com a confiança plena no seu amor e cuidado; com o coração encharcado de amor e carinho; com a vontade singela de descansar em seus braços e repousar em seu colo.</p>
<p><b>A VERDADEIRA ADORAÇÃO É SINCERA</b></p>
<p>Além de inteligente e afetiva, Deus requer uma adoração sincera. Vemos esse ensino na afirmação de Jesus: <i>“Deus é Espírito e necessário que seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade” </i>(v.24). O que significa adorar em verdade? Jesus usou a palavra <i>verdade</i> de diversas maneiras: ao se referir a Palavra de Deus (Jo 17.17); e, em relação a si mesmo (Jo 14.6). A palavra verdade neste texto é a tradução da palavra grega <i>aletheia</i> que transmite a ideia da “realidade, em contraste com aparência superficial da situação”. Isso significa que a adoração deve ser sincera! Não pode ser hipócrita; fingida; maquiada com belos hinos e canções, mas destituída de uma vida íntegra, de obediência. A mulher de Samaria devia aprender que o que importa na adoração não é <i>quando</i> nem <i>onde</i>, mas <i>como</i>: em santidade! Por isso, a adoração não pode ser dissimulada. Não podemos adorar a Deus com os lábios e envergonhá-lo com atos!</p>
<p><b>POR FIM</b></p>
<p>Aprendemos com Jesus que a verdadeira adoração é racional, afetiva e sincera. Devemos nos reexaminar diante de sua Palavra. Será que temos oferecido a Deus um culto racional? Nossa adoração está fundamentada no conhecimento bíblico ou no que os cantores evangélicos dizem e cantam? Quando adoramos a Deus, lembramo-nos que ele é nosso Pai? Que nos ama? Que está nos esperando para nos abraçar? Por fim, nossa adoração é um estilo de vida ou apenas frases vazias? Que Deus nos ajude a adorá-lo verdadeiramente!  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mãe: a melhor expressão do verbo amar</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 18:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Maternidade é uma benção e também um desafio; uma dádiva e uma responsabilidade. Talvez, em nossos dias, sua responsabilidade seja o que mais se acentue em decorrência dos inúmeros desafios contemporâneos. A sociedade tem declarado guerra aos ideais históricos familiares. O divórcio tornou-se moda; a opção homossexual tem sido estimulada; a erotização e a promiscuidade &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/mae-a-melhor-expressao-do-verbo-amar/">Mãe: a melhor expressão do verbo amar</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>M</b>aternidade é uma benção e também um desafio; uma dádiva e uma responsabilidade. Talvez, em nossos dias, sua responsabilidade seja o que mais se acentue em decorrência dos inúmeros desafios contemporâneos. A sociedade tem declarado guerra aos ideais históricos familiares. O divórcio tornou-se moda; a opção homossexual tem sido estimulada; a erotização e a promiscuidade têm sido generalizadas; a tolerância para com o aborto cresce e o modelo familiar tem sido tão reconfigurado que, em pouco tempo, a família, da maneira como a conhecemos hoje, pode simplesmente desaparecer.</p>
<p>Nosso tempo sugere famílias esfaceladas e desintegradas formadas por meios- pais, meios- avós, meios- tios, meios- primos e assim por diante: esta é a famosa <i>família mosaico</i>. No epicentro deste furacão sociológico a maternidade – responsável e submetida ao ensino cristão –, continua sendo um sinal de esperança para o mundo: novos homens e mulheres podem mudar o futuro – depende apenas de como serão educados e, isto, por sua vez, depende de como serão suas mães.</p>
<p>Sim, a maternidade traz sobre si a responsabilidade de formar homens e mulheres que sinalizem o bem e a esperança num mundo confuso e desesperador. Maternidade é sinônimo de alegrias e tristezas. É assim que a Bíblia nos apresenta. Ela também é reconhecidamente o símbolo máximo de afeto, de amor e carinho. Talvez seja por isso que Deus a utilizou para descrever seu intenso amor por seu povo. “Será que uma mãe pode esquecer o seu bebê? Será que pode deixar de amar o seu próprio filho?” perguntou retoricamente o Senhor ao seu povo. “Mesmo que isso acontecesse, eu nunca esqueceria vocês” garantiu em seguida (Is 49.15). Em outra ocasião Ele disse “assim como uma mãe consola seu filho, também eu os consolarei” (Is 66.13). Isaias visualizou Israel como um bebê sendo amamentado pela mãe, completamente dependente dela; uma mãe que jamais iria esquecê-lo. É assim que devemos nos sentir em relação a Deus. Seu amor por nós é maternal. Que glorioso! Deus emprestando uma imagem humana – uma mãe – para descrever com intensidade seu grande amor por nós. É por estas e outras que ainda em nossos dias a maternidade continua sendo mais do que um evento natural da vida ou mesmo uma opção; mais do que uma experiência tão comum como qualquer outra. Maternidade é um símbolo de altruísmo e abnegação.</p>
<p>Por mais que esta sociedade deprimida e caótica tente desgastar este símbolo ele permanece vívido, sendo ainda o mais expressivo emblema do verdadeiro ato de amar. Assim, neste dia das mães, queremos parabenizá-las não somente por quem são e pelo que fazem – o que já seria o suficiente para tanto – mas, sobretudo, pelo que representam: a melhor expressão do verbo amar. </p>
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		<title>O Deus da Cruz &#8211; III</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 20:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Kassio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cruz nos revela um Deus que se aproxima de nós como um de nós A cruz nos revela um Deus que se aproxima de nós como um de nós! Os evangelhos nos mostram que Jesus morreu no meio do povo. Aquele que nasceu e cresceu entre o povo, que os curou e anunciou-lhes as &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/o-deus-da-cruz-iii/">O Deus da Cruz &#8211; III</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A cruz nos revela um Deus que se aproxima de nós como um de nós</em></p>
<p>A cruz nos revela um Deus que se aproxima de nós como um de nós! Os evangelhos nos mostram que Jesus morreu no meio do povo. Aquele que nasceu e cresceu entre o povo, que os curou e anunciou-lhes as boas novas do evangelho, agora morria entre eles. Ele morreu como nós morremos. Teve sede, como nós temos; se cansou, suou e teve fome como qualquer um de nós. Ele foi humilhado, não como um Deus onipotente, mas como um homem. O Deus Todo Poderoso, em seu filho Jesus, se fez homem. John Stott escreve acertadamente:</p>
<p>Jesus não permaneceu no céu; veio para o mundo. A Palavra não foi proferida do céu “&#8230;a Palavra tornou-se carne&#8230;”. E a seguir “&#8230;viveu entre nós&#8230;”. Ele não veio para uma visita rápida nem se apressou em voltar para o seu lar. Tampouco permitiu que&#8230; [o] vissem somente à distância. Ficou no mundo para o qual veio. Ele deu aos homens a chance de ver a sua glória. Ele escandalizou os líderes religiosos de sua época ao misturar-se com a camada da população que eles evitavam. Os líderes religiosos o apelidaram de “amigo de publicanos e pecadores”. Ele colocou as mãos nos intocáveis leprosos. E, depois, ele, que em seu nascimento “tornara-se carne”, em sua carne tornou-se pecado&#8230; [por nós]. Ele assumiu a nossa natureza&#8230; as nossas transgressões, a nossa condenação, a nossa morte[1].</p>
<p>Ele se aproximou de nós não como um Deus Todo Poderoso trovejando e abalando céus e terra, jogando raios ou fulminando pessoas, mas como um amigo, como um de nós, como um simples carpinteiro palestino. Jesus veio nos revelar Deus e, para isso, se fez homem. Sujou os pés de poeira, viveu no meio de pessoas simples como camponeses, pescadores e agricultores; queimou-se debaixo do sol escaldante da Palestina e, sendo “gente como a gente”, viveu como um de nós; morreu como um de nós. Ele mostrou que Deus chora, quando ele mesmo chorou na morte de seu amigo Lázaro. Demonstrou que Deus se compadece diante da fome humana quando, por duas vezes, alimentou uma multidão faminta. Que Deus está do lado dos pobres e favelados, quando escolheu nascer e viver na Galiléia (a periferia da Palestina). Ele nos mostrou que Deus perdoa quando ele mesmo perdoou as prostitutas, os publicanos e pecadores. Revelou-nos o carinho de Deus pelas crianças, quando as pegou no colo e as abençoou. Ele mostrou que Deus nos ama, quando decidiu enfrentar a crucificação.</p>
<p>A morte de Jesus aponta inevitavelmente para o que parece um absurdo, uma heresia: um Deus humilde. “O Deus que veio à terra não veio num redemoinho arrasador, nem num fogo devorador”[2]. O Criador de todas as coisas se humilhou vivendo e morrendo entre nós. “Pois subsistindo em forma de Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus, antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2.6-8). O Deus que trovejava, que podia movimentar exércitos e impérios como peões num tabuleiro de xadrez”[3] apareceu na Palestina, dois mil anos atrás, vivendo como um humilde carpinteiro despido de toda a sua Glória e Majestade.</p>
<p>         “Deus entra na História pela porta de um casebre, pelo barraco do carpinteiro”[4] José. “O Senhor do céu e da terra não se interessa pelos palácios dos reis. O Criador de tudo não se impressiona com as obras dos grandes do mundo.  Ele dispensa palácios, templos e exércitos”.[5] Ele se interessa pelas pessoas. Aliás, Ele veio em busca delas; não como um Ser Superior, mas como um frágil homem. Ele se aproximou de nós como um de nós: isso sim é grandeza! <i>“E o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória como a do unigenito do Pai”</i> (Jo 1.14).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p>[1] Dudley, Timothy. <i>Cristianismo autêntico: 968 textos selecionados das obras de John Stott.</i> São Paulo, Editora Vida, 2006, p.47.</p>
</div>
<div>
<p>[2]  Yancey, Philip <i>O Jesus que eu nunca conheci</i>, Editora Vida, 2002,  p.36.</p>
</div>
<div>
<p>[3] Idem, p. 37.</p>
</div>
<div>
<p>[4] Boff, Leonardo. E A Igreja Se Fez Povo, Editora Vozes, São Paulo. Prefácio escrito por Morelli.</p>
</div>
<div>
<p>[5] Idem.</p>
</div>
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		<title>O Deus da cruz &#8211; II</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 20:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A cruz nos revela um Deus que ama incondicionalmente John Stott escreveu, em seu excelente livro “A Cruz de Cristo”, que precisávamos visitar constantemente o Calvário.  Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/o-deus-da-cruz-ii/">O Deus da cruz &#8211; II</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A cruz nos revela um Deus que ama incondicionalmente</em></p>
<p>John Stott escreveu, em seu excelente livro “A Cruz de Cristo”, que precisávamos visitar constantemente o Calvário.  Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer à memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?”, você já fez essa pergunta a si mesmo? Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes.</p>
<p>Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: <i>“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” </i>(Jo 3.16).</p>
<p>Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. Nossos olhos estarão vendados para o imensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. Diante do Calvário não existe orgulho; não existem pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevado; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! Segundo Stott:</p>
<p>Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário[1].</p>
<p>O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”.</p>
<p>É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor[2].</p>
<p>Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor” [3].</p>
<p>O nosso Deus optou pelo amor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p>[1] Stott, John. <i>A Cruz de Cristo</i>, São Paulo, Editora Vida 2006, p.178.</p>
</div>
<div>
<p>[2] Idem, p. 67</p>
</div>
<div>
<p>[3] Yancey, Philip. <i>Decepcionado com Deus</i>, São Paulo, Editora Mundo Cristão, 1997, p. 97. </p>
</div>
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		<title>O Deus da Cruz</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 20:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>“Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda”(Lc 23.33).   A cruz é o evento central do Cristianismo. Foi ali que Jesus, o Deus-Homem, se entregou em favor de toda a humanidade. Assim, Cristianismo sem cruz é qualquer coisa, exceto o Cristianismo autêntico. Paulo &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/o-deus-da-cruz/">O Deus da Cruz</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">“<em>Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda</em>”(Lc 23.33).</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A cruz é o evento central do Cristianismo. Foi ali que Jesus, o Deus-Homem, se entregou em favor de toda a humanidade. Assim, Cristianismo sem cruz é qualquer coisa, exceto o Cristianismo autêntico. Paulo é um bom exemplo disto. Ele garantiu aos irmãos de Corinto que sua pregação se consistia no anúncio do Cristo crucificado e nele somente (I Cor 2.2). Deste modo, é oportuno entendermos um pouco mais sobre este assunto tão central da fé cristã: a cruz de Cristo, o nosso Senhor<i>.  </i>Para tanto,gostaria de compartilhar com vocês um <i>insight</i> que me ocorreu enquanto refletia neste tema.  Percebi que <i>a cruz de Cristo revela um Deus que se identifica com os que sofrem.</i> Esta verdade é gloriosa. Vivemos num mundo de dor e tristeza. Por isso, um Deus de amor parece não caber na mente dos que sofrem. Não conseguimos entender bem como Deus lida com sofrimento humano. Por vezes, somos tentados a achar que ele pouco se importa conosco. Que nossos gritos de dor e angústia não alcançam seus ouvidos; que nossas dores e aflições não são vistas pelos seus olhos frios e distantes. Isso não é verdade!</p>
<p>Olhe só para a morte de Jesus. Veja a brutalidade e a dor descomunal de sua execução. Ele foi crucificado! A crucificação era a pior execução da época, a mais horrenda e dolorosa forma de se matar alguém, destinada apenas aos mais infames criminosos. A crucificação era tão cruel e dolorosa que os soldados romanos tinham um costume – um tanto misericordioso, diríamos – de darem às vítimas um tipo de anestesia que os evangelhos descrevem como sendo uma mistura de vinho com mirra ou fel, que servia para aliviar as dores do criminoso ao ser pregado na cruz. Em Mt 27.34, o evangelista nos conta que Jesus se nega a beber esta mistura. Ele rejeita anestesia. Recusa-se a qualquer tipo de alívio. Ele não quer ser poupado da dor. Mas, por quê? A única resposta é a seguinte: Ele quis sofrer.</p>
<p>Ele, sendo Deus, poderia muito bem ter escolhido qualquer outro tipo de morte ou execução. Alguma que fosse mais rápida e menos cruel. No entanto, Ele se decide pela cruz. Ao morrer de maneira tão cruel e sofrida, Jesus se identifica com aqueles que sofrem. Você acha que Deus não sabe o que você sente quando sofre? Você acredita mesmo que ele sequer sabe o que é sentir a dor dilacerando em seu corpo? Ah, acredite, ele sabe! Você chora de angústia? Ele também chorou! Seu corpo sofre por causa de uma doença degenerativa? Pois o dele foi açoitado, perfurado por pregos e torturado até a morte. Ele não é insensível à dor humana. Não é indiferente ao sofrimento das pessoas. Ele se compadece e se move de íntima compaixão diante do seu sofrer. É como se ele te dissesse, em cada momento de dor e sofrimento: “Eu te entendo&#8230; Eu sei o que você está passando&#8230; Eu também já passei por isso!”.</p>
<p>Jesus decidiu sofrer para que você não mais sofresse, pois com a sua morte na cruz adquiriu o poder de nos salvar e nos conceder a vida eterna. Uma vida sem morte e sem dor (Ap 21-22). Milhares de pessoas morrem diariamente sem o mínimo de dignidade, mas elas não podem acusá-lo de ser um Deus impassível, pois ele mesmo, na pessoa do seu Filho, ao se identificar conosco, também morreu sem o mínimo de dignidade naquela cruz vulgar. As centenas de mães que perdem seus filhos de maneira tão cruel e violenta nos morros e favelas não podem acusá-lo de ser indiferente à dor humana, pois ao se identificar conosco, Ele, o Pai Eterno, também viu seu filho Jesus morrendo de forma desumana e atroz no Calvário. A Identificação de Deus conosco revela seu caráter de amor ao decidir sofrer o mesmo que sofremos. Deus não é indiferente ou apático à dor humana. Ele é solidário e, é tanto, que se identifica morrendo como um de nós. A cruz é aprova de que Deus se identifica com os que sofrem!    </p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aproximados Pela Cruz</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 19:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Sem sombra de dúvidas, o evento central do Cristianismo é a cruz. A Bíblia nos mostra este evento como o mais importante de todos. A morte de Jesus é central nas Escrituras. Aliás, até mesmo a história secular é dividida entre antes e depois dela. Antes da cruz havia somente trevas no futuro da humanidade &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/aproximados-pela-cruz/">Aproximados Pela Cruz</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sem sombra de dúvidas, o evento central do Cristianismo é a cruz. A Bíblia nos mostra este evento como o mais importante de todos. A morte de Jesus é central nas Escrituras. Aliás, até mesmo a história secular é dividida entre antes e depois dela. Antes da cruz havia somente trevas no futuro da humanidade mas, depois dela, uma nova era de luz raiou no horizonte nebuloso da humanidade, trazendo esperança ao mundo perdido. Ainda assim, a cruz nunca foi bem vista pelo mundo. E o que é pior: às vezes, nem mesmo pelos cristãos.</p>
<p>O que nos entristece é que, ainda hoje, ela é uma mensagem tímidamente pregada pelas igrejas evangélicas em nosso país. As igrejas brasileiras estão mais preocupadas em agradar as pessoas oferecendo prosperidade instântanea, milagres sob encomenda e bençãos à baixo custo. A mensagem que se encontra escassa nos púlpitos das igrejas em nossos dias tranbordava nos lábios e na pena dos escritores neotestamentários. A morte de Jesus é o tema central do Novo Testamento. Também, pudera! Por meio dela fomos graciosamente aproximadosde Deus. Numa linguagem teológica esta aproximação recebe o nome de reconciliação. Isso porque a reconciliação nada mais é do que a aproximação feita por Jesus entre Deus e os homens. A cruz funciona com um imã atraindo e aproximando os pecadores a Deus. Reconciliar é estabelecer a paz em um relacionamento conflituoso. E foi justamente isso que aconteceu. No Calvário, Jesus pacificou o relacionamento entre Deus e os homens, sofrendo em nosso lugar o castigo pelo pecado. Na cruz, <i>“Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões&#8230;”</i> (II Cor 5.19).</p>
<p>No madeiro Jesus escancarou a porta dos céus. Agora, por meio dEle, qualquer pessoa, pela fé, tem acesso livre ao trono da graça. Não é preciso mais de intermediadores, santos, apóstolos, bispos ou pastores superpoderosos. Nos tornamos próximos de Deus pela cruz de Cristo. A cruz é a escada pela qual Jesus nos faz subir aos céus. No Calvário, quando o último fôlego de vida escapou por suas narinas, naquele dia sangrento, o véu do templo se rasgou do alto a baixo, indicando, assim, que um novo caminho a Deus havia sido aberto pela cruz do nosso Senhor. Diante disso, somos convocados a resgatar a gloriosa mensagem da cruz. É preciso que ela torne-se novamente o centro de nossa fé e de nossa mensagem. É urgentemente necessário que aconteça conosco o mesmo que aconteceu com Martyn Lloyd-Jones.</p>
<p>Martyn Lloyd-Jones foi um grande lider cristão que “ocupou uma posição de singularidade na liderança evangélica nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial”[1]. Sua vida e ministério sofreram uma drástica mudança desde que se deparou com um tema: a cruz. Intrigado por este tema, ele se entregou à reclusão na tentativa de compreendê-lo. “Porém, ao emergir da reclusão, Lloyd-Jones dizia ter encontrado &#8220;o verdadeiro coração do evangelho e o segredo do significado interior da fé cristã&#8221;[2]. Ele havia percebido o cerne do Cristianismo. O evento central das Escrituras. A maior demonstração de amor que o mundo jamais viu: a cruz. “De sorte que o conteúdo de sua pregação mudou, e com esta mudança o seu impacto”[3]. Quem dera se a semelhança de Martyn Lloyd-Jones a igreja de hoje se encontrasse com esta verdade suprema! Nossa pregação mudaria, bem como o nosso impacto no mundo. Jesus nos aproximou de Deus pela cruz. Que o mundo saiba disso!</p>
<p align="right"><i>Ao Crucificado seja a Glória!</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><i><b>[1]</b></i><i>A cruz de Cristo / John Stott: tradução João Batista — São Paulo : Editora Vida, 2006, p. 4.</i></p>
</div>
<div>
<p><i><b>[2]</b></i><i> Idem, p. 5.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p><i><b>[3]</b></i><i> Idem.</i></p>
</div>
</div>
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		<title>Conselhos para quem deseja ser feliz</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 19:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcio]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Kassio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar de Jorge Luiz Borges?  Se sua resposta for não, fique tranqüilo, pois não vou te chamar de mal informado – até porque eu também não o conhecia até algum tempo atrás. Foi lendo um livro do pastor Ed Rene Kivitz em que Borges é citado que o conheci e por uma &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/conselhos-para-quem-deseja-ser-feliz/">Conselhos para quem deseja ser feliz</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar de Jorge Luiz Borges?  Se sua resposta for não, fique tranqüilo, pois não vou te chamar de mal informado – até porque eu também não o conhecia até algum tempo atrás. Foi lendo um livro do pastor Ed Rene Kivitz em que Borges é citado que o conheci e por uma ótima coincidência ganhei, logo depois, de um grande amigo meu, um livro de poesia escrito por Borges. Mas respondendo à pergunta inicial, Jorge Luis Borges foi “o maior escritor argentino de todos os tempos e um dos grandes do século XX, professor de literatura inglesa e norte-americana na Universidade de Buenos Aires e de poesia em Harvard” [1]·. Foi celebrado como um gênio. Teve uma carreira acadêmica e foi um profissional brilhante, mas fracassou na vida. Ao completar 80 anos em agosto de 1979, afirmou que estava cansado de viver. Ele escreveu um poema em que dizia: “Cometi o pior dos pecados que um homem possa cometer: Não fui feliz”. Triste não acha? Este é o grito de uma pessoa que no fim de sua existência percebe que teve um projeto de vida fracassado. É o grito de alguém que chega ao fim frustrado, decepcionado. Folheando as páginas do evangelho escrito por João encontro alguém que me lembra muito Borges: a mulher de Samaria. Creio que se esta mulher, descrita por João no capitulo 4 do evangelho que narrou, tivesse lido o poema de Borges teria, sem sombra de dúvida, tomado para si as palavras dele. A mulher samaritana é o retrato de um projeto de vida fracassado. De alguém que se engajou em busca desenfreada por felicidade e contentamento, no entanto, fracassou. Como Borges, ela poderia dizer: não fui feliz!</p>
<p>Essa é a mulher que Jesus vê no poço de Jacó: desiludida e infeliz. Alguém tão solitária que busca água no horário mais quente do dia. Naquela época, as mulheres vinham em grupo buscar água no momento mais fresco da manhã. Essa mulher, não. Duas razões são possíveis: ou ela não queria a companhia das outras mulheres de Samaria ou eram as mulheres de Samaria quem não a desejam como companhia. Ela sai de casa no horário mais quente, justamente para evitar o desagradável encontro com as pessoas de sua comunidade. É alguém enclausurada, fechada para a vida. Alguém infeliz! Sabe por quê? Ela procurou a felicidade nos lugares errados! Buscou por toda a sua vida encontrar a fonte da felicidade, mas não a encontrou. Somos muito mais parecidos com essa mulher do que gostaríamos. Afinal de contas, quem não quer ser feliz? A questão é: como? Penso que, se essa samaritana pudesse, certamente nos daria pelos menos dois conselhos para nos guiar em nossa trajetória em busca da verdadeira felicidade. Em primeiro lugar, ela nos aconselharia dizendo – posso até imaginar – com uma voz serena, mas segura: <i>“Não busque a felicidade nos relacionamentos amorosos!”.</i> Não que os relacionamentos amorosos não produzam felicidade. Eles produzem, é claro. No entanto, são incapazes de satisfazer plenamente o coração humano, entende? Quem busca depositar a esperança de sua felicidade em relacionamentos está fadado ao fracasso. É isso que Jesus quis mostrar a essa mulher. Ela já havia tido cinco maridos e continuava infeliz (v.16-18). Na ânsia de viver, se lançara em vários relacionamentos amorosos. Entregara-se a vários homens. Em sua busca desenfreada por satisfação, fez de pessoas a razão da sua vida e de relacionamentos uma fonte de prazer. Achou que os romances poderiam realizar os anseios de sua alma, coitada, acabou desiludida. Infelizmente a fonte sempre se secava. Tem gente que acha que só será feliz quando casar; quando arrumar um namorado ou uma namorada. No entanto, Jesus tem uma boa notícia: você pode ser feliz hoje, pois os relacionamentos não são a fonte da verdadeira felicidade! Jesus é a fonte!</p>
<p>Agora, além deste, tenho absoluta certeza que a mulher samaritana nos daria ainda outro conselho. Ela diria, baseada em tudo o que aprendeu em sua trajetória de vida, bem como no encontro que teve com Jesus no poço: <i>“Se você quer realmente ser feliz, não busque a verdadeira felicidade na religião”.</i> Deixe-me explicar. Essa mulher é prova de que a religião não é capaz de proporcionar satisfação plena para o coração humano. Ela é inegavelmente religiosa. Ela não era alguém que nunca ouviu falar que existe um Deus. Esta samaritana não era uma pagã. Muito pelo contrário, ela dá uma aula de história da religião pra Jesus (v.12). Ela é aquele tipo de pessoa que sabe o nome do fundador e o dia em que a igreja nasceu; conhece os trinta pontos doutrinais “de cor”, vai ao Metanoia, participa do PIJ e, se bobear, faz até FATAP! Ela discute teologicamente com Jesus sobre adoração (v.20) e ainda por cima afirma no versículo 25 que aguardava a vinda do Messias. Não há como negar, ela era religiosa, mas profundamente infeliz. A religião não satisfaz a alma de ninguém. Se essa mulher vivesse em nossos dias, com certeza, a encontraríamos por aí nas igrejas evangélicas, em algum show gospel; fazendo uma corrente de sete dias ou participando de uma campanha de oração. Nossa geração se parece muito com esta mulher! “A maioria desta geração segue Jesus de longe; conhece alguma coisa a respeito de Deus&#8230; mas não conhecem a Deus pessoalmente como Senhor e Salvador[2]”. Por isso, cresce a cada dia mais o número de “jovens que, após experiências frustrantes em várias Igrejas, afastam-se de todas[3]”. Quem sabe você seja como a mulher samaritana: religioso ou religiosa, mas profundamente infeliz. Talvez seja freqüente na igreja, mas carregue no peito uma profunda frustração. Jesus te convida hoje para conhecê-lo e para amá-lo e, mais do que isso, para ser amado por Ele. Você encontrará, enfim, a verdadeira felicidade. Se você quer realmente ser feliz, siga estes conselhos: <i>não busque a verdadeira felicidade nos relacionamentos amorosos pouco menos na religião</i>. Busque a felicidade em Jesus e você não se frustrará!</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p>[1] Kivtz, Ed. Rene, Vivendo Com Propósitos, Ed. Mundo Cristão, 2003, p. 23.</p>
</div>
<div>
<p>[2] O melhor da espiritualidade brasileira / organização: Nelson Bomilcar. São Paulo: Mundo Cristão, 2005. p.232 .</p>
</div>
<div>
<p>[3] Idem.</p>
</div>
</div>
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