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	<title>Conexão Promessa &#187; Outros</title>
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	<description>Convenção Paulistana</description>
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		<title>Perdão, a assepsia da alma</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 14:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>“… assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13) O perdão é uma decisão difícil de se tomar. Talvez, a mais desafiadora da vida. Entretanto, a mais necessária. Perdão é recusar manter os registros negativos do próximo. É apagar da memória os agravos recebidos. É zerar a conta do devedor, mesmo &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/perdao-a-assepsia-da-alma/">Perdão, a assepsia da alma</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“… assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13)<br />
O perdão é uma decisão difícil de se tomar. Talvez, a mais desafiadora da vida. Entretanto, a mais necessária. Perdão é recusar manter os registros negativos do próximo. É apagar da memória os agravos recebidos. É zerar a conta do devedor, mesmo quando o saldo negativo é assaz vultoso. É atenuar a culpa do desafeto e depois apagá-la. Por isso, o perdão é um ato de misericórdia e não uma reinvindicação de justiça. É tratar o próximo como Deus nos trata. É perdoar como Deus nos perdoa.<br />
A ausência de perdão torna a vida um flagelo e coloca a alma num cárcere. Guardar mágoa é cobrir a mente de fuligem e o coração de insuportável amargor. Sendo assim, perdoar é uma necessidade de sobrevivência. Por não sermos perfeitos nem convivermos com pessoas perfeitas, teremos queixas uns dos outros. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas. Elas nos ferem e nós as ferimos. Elas nos magoam e nós as magoamos. Onde falta perdão, portanto, o ambiente torna-se pesado, os sentimentos ficam esgarçados e a alma adoecida. Quem não perdoa fecha a porta da graça com suas próprias mãos, pois quem não perdoa não pode ser perdoado. Quem não perdoa interrompe sua comunhão com Deus, a fonte da vida, pois a mágoa interrompe as orações e cerra sobre nossa cabeça as janelas do céu. A ausência de perdão nos priva do maior dos privilégios, adorar a Deus. A falta de perdão adoece o corpo, atormenta a mente e desassossega a alma.<br />
Perdoar não é uma opção, mas um imperativo. Não é uma escolha, mas um dever. Mas até quando perdoar? Até sete vezes? Não, até setenta vezes sete! O perdão é ilimitado. Onde há arrependimento, aí o perdão deve se estabelecer. Onde há quebrantamento, aí o perdão oferece cura. Onde há choro, aí o perdão traz alegria. O perdão é o remédio para as feridas da alma, o bálsamo para os traumas da vida, a assepsia para a infecção generalizada da mágoa.<br />
O perdão não é natural. É uma expressão da graça. A não ser que o próprio Deus nos capacite, reteremos a mágoa e não liberaremos o perdão. A não ser que o óleo terapêutico do Espírito umedeça o nosso coração, ele se tornará cada vez mais duro e insensível. A não ser que Deus aumente nossa fé, crescerá ainda mais dentro de nós a erva daninha do ressentimento e nossa vida tornar-se-á um campo de urtigas e espinheiros.<br />
A mágoa não é apenas o resultado inglório da insensatez do próximo contra nós, mas nossa reação negativa e perversa diante do que nos foi feito. Quando alimentamos ranço no coração, tornamo-nos iguais àqueles que nos feriram. Pagamos a eles com a mesma moeda. Em vez de vencermos o mal com o bem, somos duplamente derrotados pelo mal. A mágoa é assaz perigosa, pois em vez de estancarmos a hemorragia provocada pelas feridas que nos foram desferidas, abrimos novas feridas em nós e nos outros. Em vez de construirmos pontes de reconciliação, cavamos mais abismos de separação. Em vez de imitarmos a Jesus, que perdoou seus algozes, calçamos as sandálias do próprio acusador, e desferimos contra o próximo, golpes ainda mais violentos.<br />
O perdão é o caminho da cura e o remédio eficaz para uma alma ferida pelo ódio. O perdão é maior do que ódio. O perdão suplanta o ódio. O perdão triunfa sobre o ódio. O perdão tira a alma do calabouço da mágoa. Arranca o coração da prisão insalubre dos ressentimento e promove a liberdade de amar quem não merece ser amado. O perdão nos torna parecidos com Deus, a fonte do amor e o exemplo superlativo da compaixão. O perdão nos coloca num relacionamento certo com Deus, com o próximo e com nós mesmos. O perdão é a assepsia da alma, a cura da mente, a alforria do coração!<br />
Hernandes Dias Lopes</p>
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		<title>A importância de caminhar juntos!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2016 17:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> “Melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só́, como se aquentará? E, se alguém &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/a-importancia-de-caminhar-juntos/">A importância de caminhar juntos!</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong><em>“Melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só́, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.” Eclesiastes 4:9-12</em></p>
<p><em> </em><em>“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Mateus 18:18-20</em></p>
<p><em> </em>As desilusões, o fracasso, a tristeza são situações que surgem no decorrer da história de vida de cada pessoa. Não é normal lembrar o que aconteceu no começo desta história, mas sim, pelo decorrente das escolhas que foram nesta vida. Uma pessoa não é reconhecida e lembrada pelo seu nascimento, mas pelos seus passos na vida desta terra.</p>
<p>O que caracteriza o homem depois de sua morte são os seus últimos momentos vividos. O que você gostaria que fosse escrito na lápide da sua vida? Reconhecido como grande homem de Deus, mulher sábia, ou ser lembrado pelo fracasso do desânimo, do medo, do orgulho. A proposta de Deus para todos é proporcionar o melhor fim em tudo e em todas as coisas (I Tm 2.3 e 4). Vale a pena! É só mudar a direção, e como diz um ditado <em>&#8220;no final dá tudo certo&#8221;</em> se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim, mas um detalhe é importante ressaltar: só é possível ter um final feliz, se Deus estiver no centro das páginas ainda em branco do livro da vida.</p>
<p>Neste sentido, é possível afirmar que todos podem ser inseridos no Corpo de Cristo, e, aqueles que pensam estar no Corpo mas não estão sadios ou até mesmo não entendem que é um membro deste corpo poderão viver em Unidade, basta compreender o objetivo de Salomão que escreveu <em>“melhor é serem dois” e </em>Jesus Cristo ao dizer <em>“se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa, &#8230; isso lhe será feito &#8230;”</em>.</p>
<p>Portanto, <em>“&#8230; cordão de três pontas não se quebra tão depressa”</em>, ou seja, devemos caminhar em comunhão, em Unidade, a qual será selada pelo Poder do Espirito Santo, pois Jesus Cristo faz parte desta comunhão. Seja amigo, seja companheiro, faça da sua vida relevante para as pessoas ao seu redor e ao Pai Celestial.</p>
<p> Mis. Heber A O Soares</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>THALLES: O EGO DO MUNDO GOSPEL</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2015 12:52:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Já dizia minha avó, “Quem fala demais dá bom dia a cavalo”. Esse ditado é usado pra se referir a pessoas que pecam por não ficar de boca fechada e como consequências de suas falas inoportunas acabam ouvindo o que não precisam ou gostariam que lhes fosse dito. Outro ditado muito bem conhecido e utilizado &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/thalles-o-ego-do-mundo-gospel/">THALLES: O EGO DO MUNDO GOSPEL</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já dizia minha avó, “Quem fala demais dá bom dia a cavalo”. Esse ditado é usado pra se referir a pessoas que pecam por não ficar de boca fechada e como consequências de suas falas inoportunas acabam ouvindo o que não precisam ou gostariam que lhes fosse dito. Outro ditado muito bem conhecido e utilizado nestas ocasiões diz que “Em boca fechada, não entra mosquito”, ilustrando os dissabores de ter a boca “aberta demais”.</p>
<p>Thalles Roberto entendeu na prática a assertividade destes dois adágios, quando, na semana passada surgiram notícias (primariamente escritas e depois, em vídeos) sobre uma conversa que o cantor afirmou ter com o Senhor. Nesta conversa, Deus, supostamente, lhe havia dito que ele estava acima da média porque estava no meio de gente fraca e que queria vê-lo ser bom “lá fora”, isto é, fora da igreja. Thalles, com seu ímpeto de humildade, conta pra todo mundo esse bate-papo gospel com o deus que ele criou e, desta forma, mostra sua verdadeira face.</p>
<p>O deus (não ouso usar letra maiúscula) de Thalles Roberto encheu o ego do artista pop da música gospel e rebaixou a nada todos os colegas de mercado (também não ouso usar a palavra ministério). Em outro vídeo, Thalles afirma que é o mais rico e que se juntar o dinheiro de todos talvez não alcance o que o tal deus lhe deu.</p>
<p>A comunidade cristã-evangélica não aprovou muito essa postura “humilde” e “cristocêntrica” do cantor e surgiram críticas duríssimas a Thalles. Vários cantores do meio gospel se posicionaram em relação à fala do colega, rechaçando e respondendo. Alguns, como Leonardo Gonçalves, optaram pela ironia das redes sociais, o que gerou uma repercussão fenomenal ao ocorrido.</p>
<p>Sobre toda essa história, resta-me um questionamento: quem são os culpados de toda essa arrogância, prepotência e heresia? Infelizmente, só encontro uma classe de responsáveis: nós! O evangelicalismo brasileiro precisa (ou será que sempre precisou?) de ídolos gospel que o represente, que lhe de entretenimento, que lhe faça bem ao ego. O que vemos no meio gospel, infelizmente, nada mais é que um reflexo de nós mesmos: uma geração ensimesmada, arrogante e egoísta; que preocupa-se apenas consigo mesmo e com seu sucesso, fama, glamour e grana. Apontamos o dedo e vociferamos gritos de ódio a Thalles Roberto porque enxergamos nele um monstro que nós mesmos criamos, sob dinheiro de shows e CD’s, supostamente “Cheios do Espírito Santo”. Erguemos a voz contra Thalles, mas não olhamos para nossos próprios egos e nossos próprios erros. Thalles não é nada mais, nada menos, que uma caricatura real do cristianismo evangélico brasileiro. Perdoem-me a dureza das palavras, mas a realidade delas é inegável.</p>
<p>Começamos falando de ditados, e terminaremos com um ditado popular dos tempos de Salomão, que ele, sob inspiração do verdadeiro Espírito registrou em Provérbios 16.18: “<strong><span style="text-decoration: underline;">A soberba precede a destruição</span></strong>, e a altivez do espírito precede a queda.”. Há ainda uma fala de Nosso Mestre: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou <strong><span style="text-decoration: underline;">manso e humilde de coração</span></strong>; e achareis descanso para as vossas almas.” (Mt. 11.29).</p>
<p>Que o Senhor nos ajude – e ajude a Thalles Roberto também – a voltar a trilhar os caminhos da humildade.</p>
<p> Ore: “Senhor, perdoe-me pelo pecado da arrogância e da auto exaltação. Livra-me de viver em sua prática habitual e que toda a glória seja dada a Ti. Que o Senhor, por meio do Espírito, me faça humilde, em nome de Jesus.”</p>
<p>Em Cristo, o Mestre da Humildade,</p>
<p>Eric de Moura</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>SENTINDO NA PELE O QUE NÓS SENTIMOS</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2015 19:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>“mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens”. (Filipenses 2:7) Empatia significa a capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. Foi exatamente assim que Jesus agiu. Podemos destacar pelo menos três cenas onde o mestre demonstrou com atitudes “sentir na pele” o que &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/sentindo-na-pele-o-que-nos-sentimos/">SENTINDO NA PELE O QUE NÓS SENTIMOS</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens</em>”. (Filipenses 2:7)</p>
<p>Empatia significa a capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias. Foi exatamente assim que Jesus agiu.</p>
<p>Podemos destacar pelo menos três cenas onde o mestre demonstrou com atitudes “sentir na pele” o que nós sentimos. O primeiro cenário é uma cidade de Samaria chamada Sicar. Jesus estava cansado, seus pés doíam, seu rosto estava suado e quente sob o sol escaldante do meio-dia. De fato, ele precisava descansar, então parou junto a um poço, despediu-se dos discípulos, certamente se espreguiçou e sentou-se no chão. Foi quando chegou uma mulher samaritana. (João 4:6-7).</p>
<p>O segundo cenário é o mar da Galiléia. Ele estava com muito sono, bocejou e os olhos piscavam sem parar. O dia fora longo, agora, a noite havia caído e ele queria apenas tirar uma soneca. Em meio à viagem ele decide dormir. O sono era tão profundo que nem o trovão, os ventos ou o balanço do barco o acordaram. Somente os gritos desesperados dos discípulos conseguiram interromper seu repouso. (Mateus 8:24-27).</p>
<p>O terceiro e último cenário, não menos importante, é Jerusalém. Jesus estava totalmente irado! Podia-se ver em seus olhos. Seu rosto estava vermelho, os punhos estavam cerrados, o que tinha tudo para ser um dia normal no mercado do templo tornou-se um alvoroço. O que era um sorriso na face do Filho de Deus transforma-se em sobrancelhas contraídas e testa enrugada. A única coisa que voou mais alto do que as mesas e cadeiras foram as pombas batendo asas rumo à liberdade. (João 2:13-16).</p>
<p>Sim, somos gratos a Mateus, Marcos, Lucas e João por esses retratos da humanidade de Cristo. Ele literalmente se pôs em nosso lugar, calçou nossos sapatos para ver onde apertam, sentiu a dor de perder um amigo, foi traído e cravado numa cruz sem ter culpa alguma. Esse é o Deus que se fez carne e se tornou homem como um de nós. Se o Mestre fez isso por nós, por que não podemos fazer o mesmo pelos outros?</p>
<p>Que Jesus possa nos mostrar como seguir o Seu exemplo de profunda identificação conosco. Que ao invés de julgar o nosso próximo quando ele estiver exausto, triste ou irado, possamos nos colocar em seu lugar, ter compaixão dele e dispor-nos a servi-lo, como o Senhor fez por nós.</p>
<p>Por Mis. Diego da Silva Barros</p>
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		<title>Fugindo da ditadura do “eu”</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 16:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Vivemos em uma sociedade egoísta, na qual todos pensam e produzem para satisfazer você. Ou melhor, para me satisfazer. Enfim, para satisfazer o ego da nossa geração. Os carros são feitos com design cada vez mais inovador, para satisfazer a exigência cada vez maior dos clientes. Os restaurantes contratam os melhores chefs de cozinha do &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/fugindo-da-ditadura-do-eu/">Fugindo da ditadura do “eu”</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em uma sociedade egoísta, na qual todos pensam e produzem para satisfazer você. Ou melhor, para me satisfazer. Enfim, para satisfazer o ego da nossa geração.</p>
<p>Os carros são feitos com <em>design</em> cada vez mais inovador, para satisfazer a exigência cada vez maior dos clientes. Os restaurantes contratam os melhores <em>chefs </em>de cozinha do momento para satisfazer o paladar refinado de homens e mulheres que pagam e exigem bom atendimento, agilidade e sabor impecáveis. Serviços de saúde privados inovam e criam ambientes cada vez mais sofisticados para seus clientes se sentirem mais satisfeitos. Tudo é feito para o homem e a mulher pós-modernos se sentirem plenamente satisfeitos. Sim, nossa cultura de consumo incentiva o egoísmo e o individualismo, baseado na premissa de que quanto mais pensarem em “você”, mais feliz você será.</p>
<p>Hoje em dia, até no campo religioso, as pessoas procuram igrejas onde elas se sintam bem e saiam satisfeitas. O culto hoje em dia não é oferecido a Deus, mas a homens que precisam entrar no supermercado da fé e escolher os produtos que mais agradam o famoso ego. O evangelho de Jesus tem sido trocado por <em>business </em>e a graça salvadora substituída por jogadas de marketing – algumas muito mal feitas, diga-se de passagem. Jesus é só um nome, que fica escanteado na Igreja – que é dEle – porque homens precisam ser satisfeitos com empregos, empresas, carros, curas e satisfações pessoais.</p>
<p>A máxima dos dias atuais é a “selfie”, um autorretrato, uma foto de si mesmo. Tudo gira em torno dos pronomes “eu”, “meu”, “minha”, “mim”. Sempre a primeira pessoa do singular é evidenciada e subjuga a primeira do plural, com o “nós”, “nosso”. O resultado? Pessoas infelizes, que nunca se satisfazem porque sempre pensam apenas em si e jamais se saciarão olhando apenas para seus próprios umbigos.</p>
<p>Aprendendo com Jesus, o Mestre por excelência, percebemos que o pronome “eu” é utilizado poucas vezes por Ele. Na maioria das vezes, Ele usa “eu” para referir-se a alguma de suas qualidades, visto que Ele sabia quem era, de onde vinha e para onde iria. Mas quando trata da relação interpessoal, Nosso Senhor raramente usa a primeira pessoal do singular. Ele prefere usar o plural.</p>
<p>Na oração modelo, registrada em Mateus 6.9-13, o Pai que habita no céu é NOSSO, o pão de cada dia é NOSSO, o perdão pedido é pelos NOSSOS pecados, o livramento da tentação é pedido para NÓS, o Reino é Dele e vem a NÓS. Parece que Jesus recusa a ditadura do “eu primeiro”. Ao contrário, aquele que quer seguir a Jesus deve negar-se a si mesmo (cf. Mt. 16.24), abdicar-se dos seus interesses próprios e a exemplo de Jesus não esperar ser servido, mas servir (cf. Mc. 10.45).</p>
<p>Te convido, leitor amigo, a refletir com Jesus sobre a importância do “nós” e rever os conceitos da vida. Temos vivido apenas para nossa satisfação pessoal, ou em algum momento nos preocupamos em fazer outros felizes como nós? O pão da mesa tem sido negado ou a mesa da nossa família é sempre farta de alimentos e de amigos à volta? Nossa renda beneficia alguém, além de nós mesmos? Ficam aqui essas perguntas retóricas e de foro íntimo.</p>
<p>No mais, lembre da velha canção: “É impossível ser feliz sozinho!”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No amor de Cristo (compartilhado conosco),</p>
<p>Eric de Moura</p>
<p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/fugindo-da-ditadura-do-eu/">Fugindo da ditadura do “eu”</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Quando o virtual compromete o real</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 19:20:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se você faz parte das mais de 50 milhões de pessoas do mundo que não suporta ficar off-line, cuidado: é possível que você seja um viciado em internet! “Na internet os poderes são ilimitados, você pode ser quem quiser, pode viver seus sonhos mais extravagantes, pode ter milhões de amigos, pode acessar o conhecimento do &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/quando-o-virtual-compromete-o-real/">Quando o virtual compromete o real</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se você faz parte das mais de 50 milhões de pessoas do mundo que não suporta ficar <em>off-line</em>, cuidado: é possível que você seja um viciado em internet!</p>
<p>“Na internet os poderes são ilimitados, você pode ser quem quiser, pode viver seus sonhos mais extravagantes, pode ter milhões de amigos, pode acessar o conhecimento do mundo todo, se comunicar sem fronteiras. Pode jogar, paquerar, se mostrar, conquistar. Não há limites, e tudo isso na ‘segurança da sua casa’”, relata o psicólogo <em>Odair Comin</em>.</p>
<p>Segundo a também psicóloga <em>Ângela Maria Bavaresco</em>, “a internet faz parte do cotidiano da sociedade, possibilitando maior interação entre as pessoas, uma vez que rompeu com o padrão presencial, no qual era imprescindível a presença dos indivíduos, sendo, deste modo, utilizada também como forma de difusão dos relacionamentos afetivos. É justamente por vivermos numa geração em transição entre um modelo onde a forma de conhecer pessoas era exclusivamente o físico, presencial e real para uma possibilidade de estabelecimentos de relacionamentos através do espaço virtual”.¹</p>
<p>É impressionante como a internet e as redes sociais têm aproximado pessoas de várias partes do mundo. Porém, se atentarmos ao fato, na maioria das vezes, essa aproximação é fictícia. Existe na verdade um “relacionamento virtual”. Mas quando o isso da internet começa a ser prejudicial? Penso em três aspectos que ficam nítidos na vida daquele que faz o mau uso da internet: quando a pessoa vicia-se e perde a noção do tempo que gasta conectada à rede; quando a pessoa utiliza a internet como um meio de fuga da crise conjugal e quando a pessoa faz deste meio de comunicação um acesso a toda sorte de textos, imagens e vídeos pornográficos. Apocalipse 21:8 fala sobre o destino daqueles que cometem tais atos: “<em>Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos — o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte</em>&#8220;.</p>
<p>Com certeza a internet nos proporciona muita praticidade na comunicação. Podemos nos comunicar com nossa família, nossos amigos, realizar transações bancárias e até assistir a cultos, quando estamos impossibilitados de ir à igreja. Ela faz o elo entre o virtual e o real. Porém, é necessário ter autocontrole e procurar fazer tudo para a glória de Deus. “<em>Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus</em>” (1 Co 10:31). Aqueles que souberem usar esse poderosíssimo meio de comunicação, estarão sempre à frente e melhor informados.</p>
<p>Colossenses 3:2 nos alerta para “<em>Mantermos o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas</em>”. Quando o cristão senta-se à frente do computador, ele tem o poder de decidir o que acessar, ouvir e baixar. Pensando sempre em Cristo, ele com certeza irá tomar sábias decisões e fazer escolhas corretas. O apóstolo Paulo já sentia na pele a luta travada entre a carne e o espírito quando escreveu a sua carta aos Romanos, no capítulo 7, “Não entendo o que faço, pois não faço o que desejo, mas o que odeio (&#8230;) Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo”. Precisamos ser moderados e prudentes para não pecarmos, para isso contamos com nosso grande amigo e ajudador Espírito Santo.</p>
<p>Que possamos nos alimentar mais a Palavra de Deus, buscarmos ter mais intimidade com o Senhor, darmos valor ao tempo de qualidade com nossa família e controlarmos nossos impulsos para que tenhamos vidas espiritualmente saudáveis. Fazendo assim, estaremos agindo como “<em>os que pertencem a Cristo Jesus, que crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos</em>” (Gálatas 5:24), segundo Paulo. Que o onisciente Deus nos conceda sabedoria e domínio próprio em todas as situações de nossas vidas.</p>
<p><em>Mis. Diego da Silva Barros é diretor da UMAP, coordenador de Missões e Evangelismo na IAP Piedade (Rio de Janeiro) e colaborador da equipe de Capelania Prisional da IAP.</em></p>
<p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/quando-o-virtual-compromete-o-real/">Quando o virtual compromete o real</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Uma escolha difícil, porém sábia</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 19:10:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>“Não se faz omelete sem quebrar os ovos”. Certamente, você já ouviu esse ditado popular. Ele é bastante utilizado quando queremos justificar prejuízos causados por escolhas erradas. É impossível seguir a Jesus sem renúncia, como bem disse o próprio Senhor no evangelho de Lucas no capítulo 9 verso 23: &#8220;Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/uma-escolha-dificil-porem-sabia/">Uma escolha difícil, porém sábia</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Não se faz omelete sem quebrar os ovos”. Certamente, você já ouviu esse ditado popular. Ele é bastante utilizado quando queremos justificar prejuízos causados por escolhas erradas. É impossível seguir a Jesus sem renúncia, como bem disse o próprio Senhor no evangelho de Lucas no capítulo 9 verso 23: &#8220;<em>Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me</em>”.</p>
<p>“<em>Abro mão dos meus sonhos, abro mão dos meus planos, abro mão da minha vida por Ti. Abro mão dos prazeres e das minhas vontades, abro mão das riquezas por Ti</em>”. Esse é o refrão do louvor “Abro mão”, cantado pelo Ministério Toque no Altar. Renunciar não é fácil, sim é verdade. Mas Deus nos garante que “<strong><em>aquele que perseverar até o fim será salvo</em></strong>” (Mt 24:13). Em toda nossa caminhada cristã precisaremos fazer escolhas, tomar decisões difíceis e lutar contra nossos desejos e vontades.</p>
<p>Por toda a Bíblia, iremos encontrar contraposições de escolha: Qual árvore: vida ou conhecimento? Qual jovem: Caim ou Abel? Entrar, ou não, na Arca? Terra Prometida (desconhecida) ou Ur dos Caldeus (tudo sob controle)? Sacrificar o filho a Deus ou não? Nínive ou Jope? As finas iguarias do rei ou água e legumes? Os peixes ou as almas? A cruz (cálice amargo) ou a coroa? A mão no arado ou olhar atrás? Os pais ou o reino? Deus ou as riquezas? O reino ou “estas coisas”? Nós fomos feitos seres arbitrários, isto é, criados com a permissão de Deus de fazermos as nossas próprias escolhas: boa ou ruim, certa ou errada. Na maioria das vezes (infelizmente, graças a nós mesmos), temos feito escolhas erradas, contrárias à vontade do criador. (<em>texto adaptado da lição bíblica “Sermão do Monte, um ensino desafiador” da Editora Cristã Evangélica</em>).</p>
<p>Há “pesos” em sua vida que precisam ser abandonados? Há pecados ocultos? Custa-lhe muito caro? Quero te encorajar dizendo: por Cristo vale a pena! Ore e abandone seus “ídolos”. A porta é estreita, não vai dar pra passar com uma mochila enorme! A decisão é exclusivamente sua! A renúncia, a entrega sem limites, o choro, a devoção, não deve ficar somente no dia do “sim” para Jesus, deve ser todo dia!</p>
<p>Eu e você sempre iremos preferir ter mais que uma opção para fazermos nossas escolhas, mas Jesus não nos dá tantas opções. Ele nos ensinou que precisamos escolher apenas uma entre duas opções. Há dois caminhos; há duas portas; há dois destinos; há duas multidões. E Você, já fez a sua escolha? Aí vai uma boa dica para lhe ajudar: “<em>Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência</em>” (Deuteronômio 30.19).</p>
<p>Que Deus te abençoe!</p>
<p><em>Mis. Diego da Silva Barros é diretor da UMAP em Piedade (Rio de Janeiro) e colaborador da equipe de Capelania Prisional da IAP.</em></p>
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		<title>SOBRE O #SOMOSTODOSMAJU E ALGO MAIS.</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 18:05:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Tem circulado pelas mídias um burburinho, acerca da nova “moça do tempo” do Jornal Nacional, Maria Julia Coutinho ou “Maju” pra os íntimos. Na página do Facebook, a jornalista foi alvo de comentários preconceituosos e racistas tais como: “Só conseguiu emprego no JN por causa das cotas, preta imunda”[1], “Em pleno século 2015 [sic] ainda &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/sobre-o-somostodosmaju-e-algo-mais/">SOBRE O #SOMOSTODOSMAJU E ALGO MAIS.</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tem circulado pelas mídias um burburinho, acerca da nova “moça do tempo” do Jornal Nacional, Maria Julia Coutinho ou “Maju” pra os íntimos. Na página do <em>Facebook</em>, a jornalista foi alvo de comentários preconceituosos e racistas tais como: “Só conseguiu emprego no JN por causa das cotas, preta imunda”<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>, “Em pleno século 2015 [sic] ainda temos preto na TV”<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a> e outros mais, dos mais baixos níveis. Comentários, em minha opinião, ridículos e desnecessários.</p>
<p>Imediatamente, surgiu nas redes sociais um movimento de apoio a Maria Julia, por meio da hashtag #SomosTodosMaju, que chegou a figurar entre os assuntos mais “populares” no <em>Twitter</em>. Maria Julia teve um momento para responder publicamente aos ataques, na edição seguinte do Jornal Nacional onde disse:</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>“[&#8230;] Claro que eu fico muito indignada, fico triste com isso, mas eu não esmoreço, não perco o ânimo, que eu acho que é isso que é o mais importante. Eu cresci numa família muito consciente, de pais militantes, que sempre me orientaram. Eu sei dos meus direitos. [&#8230;]”<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a></strong></p>
<p>A postura da jornalista foi madura, equilibrada e sem baixar o nível da discussão. Inclusive, foi maravilhoso observar a reação de toda a nação brasileira frente a este ataque à Maju Coutinho. Mas creio eu que caibam alguns questionamentos a fazer: quantos casos de manifestações racistas acontecem todos os dias? Quantos homens e mulheres são atingidos por piadas de mau gosto, risos indiscretos e comentários cochichados? Este foi apenas um caso e teve uma repercussão nacional, onde todos lindamente abraçaram a causa – e não há demérito nisso. Todavia, ainda existem milhões de pessoas que são vitimas de violência racial em nosso país.</p>
<p>Isto sem contar outras muitas manifestações intolerantes, nos últimos tempos: pedradas em umbandistas, transexual crucificado (claramente zombando da fé cristã), ódio aos homossexuais pregado por pastores midiáticos&#8230; Uma chuva de desequilíbrio ronda esse país que está à beira do caos – moral, social, político e religioso.</p>
<p>O caos pode estar prestes a instaurar-se por completo, mas não sobre aqueles que são filhos de Deus. Aqueles que são filhos de Deus têm em seu interior o fruto do Espírito (Gl. 5.22-23), que tem em sua composição a temperança (ou equilíbrio), a mansidão, a bondade e o autocontrole (ou domínio próprio), itens que se mostram essenciais para a vida cotidiana neste mundo rodeado de extremismos e loucuras.</p>
<p>Por fim, sobre o racismo ouso dizer que Deus não se importa com a cor de nossas peles. Que a preocupação do Altíssimo está mais em purificar nossa mentalidade, e nos dar não uma mente “branca”, “preta”, “parda”; dar-nos a mente de Cristo. Deus não se importa com a cor de nossas peles e com o tipo de nossos cabelos, uma vez que “[&#8230;] a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” (Tito 2.11), indiscriminadamente, a graça manifestou-se a todas as pessoas, independente da cor de suas peles ou de sua ascendência cultural. Além disso, leia a visão do apóstolo João, sobre a mais sublime reunião dos santos:</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos; e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. (Ap. 7.9-10)</strong></p>
<p>Disse e repito: Deus não se importa com a cor de nossas peles, nem com o tipo de nossos cabelos. Ele se importa em limpar nossos corações e mentes do domínio do pecado e iluminar com a presença do Espírito, com a finalidade de formar um só povo, com vários tons de pele, várias línguas, várias culturas. Enfim, Deus vai reunir sua Igreja, um povo de várias nações, com várias culturas, com muitas cores, mas totalmente dele, que vive a vida em amor ao próximo e equilíbrio.</p>
<p>Fica aqui registrado mais um desejo: “Ora vem, Senhor Jesus!”</p>
<p> Em Cristo,</p>
<p>Eric de Moura</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Disponível em: <a href="http://f5.folha.uol.com.br/televisao/2015/07/1651301-maju-coutinho-do-jornal-nacional-e-vitima-de-racismo-nas-redes-sociais-comentarios-causam-revolta.shtml">http://f5.folha.uol.com.br/televisao/2015/07/1651301-maju-coutinho-do-jornal-nacional-e-vitima-de-racismo-nas-redes-sociais-comentarios-causam-revolta.shtml</a>; acesso em 07/07/2015.</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Idem</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/comentarios-racistas-contra-maria-julia-coutinho-serao-investigados.html; acesso em 07/07/2015</p>
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		<title>Um ombro amigo</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 13:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Descobrir a grandeza que há nos relacionamentos, é um fator decisivo para que haja mudança na forma de tratar as pessoas. Nas diversas áreas da vida, família, igreja, trabalho ou escola/ universidade, podemos ser excelentes naquilo que fazemos, mas se não soubermos nos relacionar com o próximo, dificilmente iremos longe. No capítulo 2 do evangelho &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/um-ombro-amigo/">Um ombro amigo</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Descobrir a grandeza que há nos relacionamentos, é um fator decisivo para que haja mudança na forma de tratar as pessoas. Nas diversas áreas da vida, família, igreja, trabalho ou escola/ universidade, podemos ser excelentes naquilo que fazemos, mas se não soubermos nos relacionar com o próximo, dificilmente iremos longe. No capítulo 2 do evangelho de Marcos, dos versos 1 ao 12, é registrado a cura de um homem que foi levado por quatro amigos até Jesus. Essa passagem nos ensina algumas lições essenciais sobre relacionamentos.</p>
<p>O episódio acontece em Cafarnaum, que significa aldeia/ cidade do consolo, e o mais interessante é que o nome faz jus à cidade. Ali Jesus realizou os seus maiores milagres como a cura do servo do centurião (Lc 7:1-10), a cura da sogra de Pedro (Mc 1:29-31), libertou um endemoniado (Lc 4:31-37), a cura de dois cegos (Mt 9:27-31), a cura de um filho do oficial do rei (Jo 4:46) entre outras maravilhas.</p>
<p>A primeira lição que podemos aprender é que <em>os amigos de verdade nos ajudam quando não podemos andar com as próprias pernas</em>. Jesus acabava de chegar à Cafarnaum e logo a notícia de espalhou pela cidade. Rapidamente muitas pessoas se reuniram ali lotando assim a entrada da casa para ouvir a Jesus. No meio dessa multidão, quatro amigos trazem consigo seu amigo que era paralítico (v. 3). O rapaz não podia andar por causa de sua deficiência física, mas graças a ajuda de seus amigos, ele chegou até o local onde estava Jesus. Eles se preocupavam verdadeiramente com aquele jovem que vivia daquela maneira. O escritor John C. Maxwell cita em seu livro <em>O coração e a mente do líder</em> que “<em>A beleza da preocupação genuína é a disposição de se envolver sem ser influenciado pelo que se pode receber em troca</em>”.</p>
<p>A segunda lição é que <em>os amigos de verdade não desistem de nós quando surgem os obstáculos</em>. O verso 4 nos diz que “<em>Não podendo levá-lo até Jesus, por causa da multidão, removeram parte da cobertura do lugar onde Jesus estava e, através de uma abertura no teto, baixaram a maca em que estava deitado o paralítico</em>”. A convicção de que apenas Jesus poderia cuidar do problema do amigo, forneceu coragem e determinação aos homens. Eles poderiam ter dito: &#8220;Ele é muito pesado&#8221;, &#8220;Tem muita gente&#8221; ou &#8220;Perdemos a oportunidade&#8221;. Aquele não era um dia comum e a passagem até a casa era complicada devido ao grande número de pessoas que estavam ali aglomeradas. A maca estava sendo carregada por quatro amigos determinados que tinham a esperança de uma vida melhor para o seu amigo paralítico. Devido à sua doença, esse rapaz dependia da ajuda de outras pessoas em seu dia a dia. A união deles e o espírito de cooperação, fez com eles cumprissem o propósito que tinham em mente. Quando se tem um firme objetivo e uma fé alicerçada n’Aquele que pode todas as coisas, os obstáculos se tornam transponíveis.</p>
<p>A terceira e última lição no mostra que <em>só chegamos a algum lugar se tivermos amigos de verdade</em>. Aquele homem não teria chegado até o lugar da sua vitória, se não fosse o esforço dos seus quatro amigos. Observe a importância dos relacionamentos. Em Eclesiastes, lemos que se “<em>o cordão (da amizade) for de três dobras; não se quebra com facilidade</em>” (Ec 4:12). É louvável a fé desses homens que carregaram o amigo sob a maca. Eles demonstram a importância da intercessão. Esses homens tinha a certeza que, naquele momento, a coisa mais importante do mundo era levar o amigo até Jesus. Por isso, eles subiram no telhado. Sem dúvida, eles tiveram pensamentos do tipo: &#8220;Isso vai atrapalhar o culto&#8221;; &#8220;Nunca fizemos nada assim antes&#8221;; &#8220;O que as pessoas pensarão?&#8221; Contudo, eles não desistiram — eles não podiam desistir. Por quê? Porque tinham um serviço a fazer que era mais importante que a ameaça de ser diferente. No verso 5, “<em>Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: Filho, os seus pecados estão perdoados</em>&#8220;. Em meio a incredulidade, aos questionamentos e aos pensamentos das pessoas questionando o poder e a autoridade de Jesus, Ele opera o milagre para a glória de Deus e os versos 10 ao 12 narram assim “<em>Mas, para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados — disse ao paralítico — eu lhe digo: Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa&#8221;. Ele se levantou, pegou a maca e saiu à vista de todos. Estes ficaram atônitos e glorificaram a Deus, dizendo: &#8220;Nunca vimos nada igual!</em>&#8220;. Valeu à pena! Com certeza isso deve ter passado na mente de cada um daqueles quatro homens. A recompensa para eles foi ver o seu amigo andando!</p>
<p>Só Jesus nos traz perdão dos pecados e mudança de vida! Ele nos ajuda a andar quando não conseguimos, não desiste de nós mesmo com nossas imperfeições e nos garante a salvação que é o prêmio para todos aqueles que confiarem n’Ele e O confessarem como Senhor e Salvador!</p>
<p>Mis. Diego da Silva Barros é diretor da UMAP em Piedade (Rio de Janeiro), na Convenção RJ / ES e colaborador da equipe de Capelania Prisional da IAP.</p>
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		<title>A MISSÃO INTEGRAL E O SERVIÇO SOCIAL</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 14:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Conexão Promessa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A Igreja é, por definição básica e simples, a reunião daqueles que estão sendo salvos, pela graça de Jesus Cristo, do domínio e da presença do pecado. Assim, a Igreja não é um clube social, no qual pessoas com interesses comuns encontram-se para contar as novidades e compartilhar dificuldades, embora a Igreja seja uma comunidade &#8230;</p><p>O post <a href="http://conexaopromessa.com.br/web/a-missao-integral-e-o-servico-social/">A MISSÃO INTEGRAL E O SERVIÇO SOCIAL</a> apareceu primeiro em <a href="http://conexaopromessa.com.br/web">Conexão Promessa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja é, por definição básica e simples, a reunião daqueles que estão sendo salvos, pela graça de Jesus Cristo, do domínio e da presença do pecado. Assim, a Igreja não é um clube social, no qual pessoas com interesses comuns encontram-se para contar as novidades e compartilhar dificuldades, embora a Igreja seja uma comunidade marcada pela terapia e pelo cuidado mútuo.</p>
<p>Todavia, a Igreja foi instituída pelo Senhor Jesus, e este compartilhou com ela uma tarefa linda e poderosa: fazer discípulos de todas as nações (Mt. 28.19-20). Sabemos que a missão principal da Igreja é adorar a Deus, visto que todo homem foi criado para isso (Is. 43.7). Mas além da adoração, o serviço é uma missão peculiar da Igreja de Cristo. É possível fazer o bem àqueles que precisam e, desta forma, ser luz para o mundo e testemunhar do amor com o qual fomos alcançados por meio do sacrifício do Cordeiro. Veremos, portanto, algumas verdades acerca do serviço social que a Igreja presta ao mundo.</p>
<p>Em primeiro lugar, a Igreja precisa compreender que seu serviço não fará com que a justiça seja plena na terra. Jesus garantiu, em uma resposta a seus discípulos, que os pobres sempre estariam conosco (Mt. 26.11), dando a entender que a justiça social jamais seria plena e equilibrada. Isso fica evidente quando afirma-se que o Reino de Deus é uma realidade presente, conquanto tenha uma esfera futura que só se concretizará plenamente na segunda vinda do Senhor. Entretanto, sabe-se que a tarefa da Igreja é sinalizar a maior densidade possível, aqui e agora, do Reino que já está preparado desde os tempos eternos e que há de vir, no lá e então. Não se pode acreditar que o serviço social prestado ao mundo, quer como comunidade organizada quer como cristãos individuais resolverá e acabará com a miséria, fome, injustiças e coisas afim. Sabemos, como Corpo de Jesus, que a plenitude de paz e alegria será vivida no Reino Futuro do Messias, que está avançando sobre a Terra por meio da proclamação e das ações do Povo de Deus no mundo.</p>
<p>Em segundo lugar, a Igreja precisa entender que a prioridade no serviço social são os cristãos membros da Igreja local. O apóstolo Paulo aplica este princípio quando escreve aos Gálatas: “Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.” (Gl. 6.10). Não faz sentido a Igreja servir a toda a comunidade que lhe circunda, à cidade na qual está inserida, o Estado, o país ou qualquer outra esfera de atuação se ainda há cristãos necessitados em seu seio. A Igreja, como uma comunidade local precisa servir primariamente aos cristãos, a fim de que estes tenham reais condições de dignidade, sobrevivência e, posteriormente, serviço a outros cristãos e não cristãos. Na prática, isso implica em dizer que se algum não cristão solicitar algum serviço à Igreja local que ela não deva prestá-lo. Ao contrário, deve sim, mas desde que seus membros estejam bem e sem nenhuma grande necessidade. Portanto, antes de prestar qualquer tipo de serviço social aos não cristãos a Igreja de Jesus precisa certificar-se de que nenhum de seus membros necessita daquele mesmo apoio, servindo-o da melhor forma possível sempre que se fizer necessário.</p>
<p>Além disso, o serviço social da Igreja jamais deverá ser visto como uma forma de alcançar a graça de Deus. O texto clássico de Efésios 2 nos diz que: “[&#8230;] pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.” (Ef. 2.8-9). A salvação é um processo divino e ocorre nos homens apenas e unicamente por sua graça, do inicio ao fim do processo. Portanto, não há nada que a Igreja possa fazer ao mundo – e nem a Deus – para que Ele a ame mais e não há nada que ela deixe de fazer que o faça amá-la menos. O amor já foi demonstrado em ato sacrificial quando o Cristo morreu em lugar dos pecadores, para dá-los vida eterna (Jo. 3.16). a Igreja deve entender suas obras assistenciais como uma consequência da salvação e não requisito para seu alcance. A comunidade do Senhor o ama tanto que demonstra seu amor pelos pequeninos dEle, como se estivesse servindo ao próprio Senhor. (Mt. 25.40).</p>
<p>Por fim, entendendo que parte de sua missão é servir ao mundo e que, neste serviço, a justiça não será plena, os domésticos da fé precisam ser sanados e que tais obras não produzem salvação, certamente a Igreja de Jesus Cristo cumprirá mais fielmente a missão, anunciando, com palavras e atitudes, o Evangelho todo para o Homem todo, de todos os lugares e em todos os momentos.</p>
<p> <strong><span style="text-decoration: underline;">ERIC DE MOURA</span></strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
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